cobre coloidal

TOXIDADE DO COBRE

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Ao contrário da prata  e do ouro, cuja toxicidade é baixa, o cobre já traz uma condição altamente tóxica onde seu organismo Acima de 35 miligramas dia e doses maiores podem causar inúmeros danos, sendo que no sistema nervoso é irreversível.

Há alimentos riquíssimos em cobre, a começar pelo melaço de cana.

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COBRE por Lucio Campos

Há atualmente para nós, um mistério sobre o cobre. De fato, podemos constatar diariamente o efeito benéfico do cobre nas dores de origem inflamatória e no aparecimento das doenças virais (gripes, resfriados), mas ainda não possuímos explicações satisfatórias para compreender o mecanismo e por que, bem frequentemente, as dosagens efetuadas no sangue mostram cupremias (taxas de cobre) elevadas. Tudo se passa como se o organismo não soubesse ou não pudesse se servir do cobre que ele estoca.

 Talvez este mecanismo esteja ligado ao de certas enzimas, como a superóxido dismutase, de quem se conhece o enorme papel na prevenção das lesões tissulares, em particular às ligadas à inflamação.

MAS O QUE SABEMOS SOBRE O COBRE?

 Primeiro, ele foi reconhecido como essencial a partir de 1928, quando Hart mostrou que uma suplementação de cobre era necessária para combater a anemia por falta de ferro em ratos nutridos exclusivamente com regime lácteo. O cobre é necessário à síntese da hemoglobina.

 Depois desta data, numerosos estudos científicos mostraram o papel eminente exercido pelo cobre sobre o metabolismo das enzimas fundamentais. Mas foi somente nos últimos vinte anos que se pôde por em evidência a patologia desenvolvida por uma deficiência em cobre e a ligação dele a uma doença genética, a doença de Menkes.

Daí numerosos pesquisadores se debruçarem no estudo dos aportes diários em cobre numa alimentação mais ou menos restritiva ou normal.

O organismo humano contém cerca de 80 mg de cobre para um homem de 70 kg. A recomendação das academias científicas considera como mínimo a absorção diária de cerca de 2 mg /dia. Um regime equilibrado contém de 2 a 5 mg/dia.

Os órgãos do nosso corpo mais ricos em cobre são o fígado, onde o excesso é estocado, e o cérebro. Cerca de um terço está nos músculos e esqueleto.

 O transporte do cobre é assegurado por uma proteína, a ceruloplasmina. Quando este transportador está saturado, a absorção do cobre pelos intestinos é diminuída.

 Vários estudos mostram que numerosos regimes alimentares fornecem uma quantidade de cobre inferior aos 2 mg recomendados:  1 mg para pessoas que se alimentam em “self “, 1,7 mg para os militares americanos, 0,70 mg para os hospitais americanos, 1,5 mg na Suíça, 7,6 mg nas mulheres neo-zelandesas e somente 1,5 mg se elas não comem fígado.

Frequentemente encontramos divergências entre as quantidades de cobre que deveriam existir nas dietas estabelecidas pelos nutricionistas e as que são encontradas na alimentação fornecida.

 – os fatores ligados ao meio ambiente: as variações do solo, a água de irrigação, quantidades consideráveis de fungicidas, as variações de estação (por exemplo, para as ostras) e o lugar

geográfico.

 – os diferentes métodos de preparação, refinação e empacotamento também influem.

 Assim, pode-se observar para o mesmo tipo de alimento diferenças significativas do teor de cobre. São várias as razões:

 – os alimentos: a variedade, a idade da cultura e o teor de bolor parecem interferir

 – os fatores ligados ao meio ambiente: as variações do solo, a água de irrigação, quantidades consideráveis de fungicidas, as variações de estação (por exemplo, para as ostras) e o lugar geográfico.

 – os diferentes métodos de preparação, refinação e empacotamento também influem.

 Assim, pode-se observar para o mesmo tipo de alimento diferenças significativo do teor de cobre.

Nos Estados Unidos, um regime contendo certos legumes e fígado de boi parece ser suficiente, enquanto que ele se tornará insuficiente se houver a substituição do fígado (2,80 mg de cobre para 100 g), por frango, por exemplo (0,18 mg por 100 g)….

DUPLEMENTAÇÃO DO ION DE COBRE

Existe receio de fazer suplementação de cobre devido seu grande potencial como gerador de radicais livres, e por sua relação direta com esquizofrenia e distúrbios psiquiátricos. Portanto, só o mineralograma pode justificar a sua administração quando se detecta severa deficiência.

FONTES NATURAIS DE COBRE

Cereais integrais, nozes, verduras de folha, ervilhas, beterraba, fígado, rim, germe de trigo, legumes, amêndoas, amendoim, chá preto.

TERAPIA:

Indicação, apresentação e dosagem:

Nos seres humanos o cobre não é tóxico até ingestão de 35mg/dia. Costuma ser apresentado em suplementos multivitamínicos e minerais em doses de 1,5 a 3mg.

Deve-se lembrar que sempre que o cobre for suplementado, deve se dar 1O vezes mais de zinco: ex. 1,5 mg. de cobre; 15 mg de zinco. Devido a relato de antagonismo é sugerido a dose diária de 1,5 a 3 mg cobre acompanhado de 15 a

30mg de zinco, 50 à 200 mcg de selênio e 50 à 100mcgr de molibdênio.

PRECAUÇÕES

A suplementação excessiva de cobre, através de formulações pode baixar o nível

de zinco e produzir insônia, perda de cabelos , menstruação irregular e depressão.

Nunca se deve administrar cobre em paciente com degeneração hepatolenticular

(Doença de Wilson).

ORIENTAÇÕES HIGIÊNICOS ESQUELÉTICAS:

1. Apesar de ser essencial não se sugere a suplementação de cobre.

2. O consumo de produtos integrais, verduras frescas, miúdos de boi, fornece

suplementos suficientes de cobre para o organismo humano.

3. O cozimento ou armazenamento de alimentos ácidos em potes de cobre podem

aumentar seu consumo diário.

4. Aumente a ingestão dos aminoácidos quelados com S como os encontrados em

ovo, cebola, alho.

EXCESSO DE ION DE COBRE

O cobre em excesso tende a se acumular no sangue e com isto esgotar as reservas de zinco do cérebro. Altos níveis de cobre causa oxidação da vitamina A, diminui a vitamina C, provocando dores musculares e nas juntas, distúrbios no aprendizado, depressão e fadiga.

O excesso de cobre associa-se com: disfunções comportamentais, como erritação, volúvel, irado e depressivo. Anemia aplástica e megaloblástica, talassemia, nefrite, doença de Wilson, vários tipos de doenças hepáticas, esquizofrenia, eczema, , anemia drepanocitica, Hodgkin, leucemias e outras doenças malignas. ……

Fonte: http://www.medicinacomplementar.com.br/biblioteca/pdfs/Nutrientes/nu-0134.pdf

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Há várias fontes de contaminação, porém uma delas pode ser soluções coloidais que tem partículas menores de 1 nm, que também podem estar misturadas com as dispersões coloidais verdadeiras e como cada um faz o que quer, pode sim, correr um sério risco de causar sérios danos ao organismo e no caso do cobre e as células nervosas é irreversível.

Tanto que em 2010 a Anvisa proibiu o uso de panelas de cobre baseada em uma resolução (RDC 20 – 22 de março de 2007) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), proibiu o uso de utensílios de cobre na produção alimentícia. Pois, segundo a vigilância, a absorção excessiva do metal provoca desordens neurológicas e psiquiátricas, danos no fígado, nos rins, sistema nervoso e ossos, além de perda de glóbulos vermelhos. A resolução da Anvisa não proíbe o uso dos tachos de cobre, desde que revestidos por banho de ouro, prata, níquel ou estanho.

O tema é sério e resolvemos falar sobre porque há muita gente fazendo uso incorreto do cobre coloidal com doses aleatórias e frequentes. Também há um impacto violento no meio ambiente.

O cobre é MUITO tóxico, não apenas para a vida de mamíferos, mas também para a vida aquática.

Acima do necessário no corpo, você ficará doente como um cachorro (você desejaria ter morrido).

Basta procurar a toxicidade do cobre na Web, caso não acredite.

O Bioquímico Kephra do fórum CGCS , avisa contundentemente para não usar coloidal de cobre, se quer suplementar use alimentos. Se que matar bactéria use a prata. Até pela pele a exposição não deve ser  por mais de 30 minutos.