Mês: maio 2018

MICROFIBRAS COM NANOPARTÍCULAS DE PRATA

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As novas Microfibras com seu toque macio, proporcionam conforto e proteção, sendo destinadas para o revestimento de palmilhas ou mesmo de òrteses em geral
Possuem um tratamento que acrescenta as fibras do tecido, Nano Partículas de Íons de Prata e Óleo de Cupuaçu que sob pressão e temperatura, liberam gradativamente os princípios ativos.
Íons de Prata – Ação
A imagem do microscópio eletrônico de varredura mostra uma Microfibra com revestimento das nano partículas de Íons de Prata.
 
Antimicrobiano Íons Prata
 
O efeito antimicrobiano da prata é reconhecido há muito anos. Este metal tem propriedades medicinais e vem sendo usada há mais de 2000 anos. Na antiguidade, a mesma era utilizada no tratamento de queimaduras e como agente quimioterápico contra patologias provocadas por bactérias, como a Staphylococcus aureus.
A atuação do antimicrobiano íons de prata se dá pelo contato direto das nano partículas com a membrana celular das bactérias. A Liberação de íons (Ag+) afeta as funções respiratórias das bactérias e também impedem a sua reprodução, reduzindo desta maneira o mau cheiro. Estas nanopartículas são ativas contra um amplo espectro de bactérias, incluindo cepas multirresistentes e fungos.
 
Óleo de Cupuaçu
 
Extraído da semente do fruto do Cupuaçu, fruta típica da região amazônica, pertencente a mesma família do Cacau.
O óleo extraído é rico em ácidos graxos, considerado um ótimo emoliente, possuindo uma agradável fragrância e alta capacidade de hidratação que combate a secura e proporciona elasticidade à pele.
 

PARA QUE SERVE A PRATA COLOIDAL

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A PRATA COLOIDAL VERDADEIRA SERVE PARA TODA PATOLOGIA OU AÇÕES QUE ENVOLVA VÍRUS, FUNGO E BACTÉRIA.

Como preventivo em períodos de epidemias, pandemias ou como tratamento único, complementar ou suplementar. Inibidor de algumas enzimas, bloqueador de substâncias.

OVOS E CISTOS DE VERMES (VERME ADULTO NÃO)

TESTANDO SUA PRATA COLOIDAL

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EFEITO THINDALL

Use um feixe de laser simples, colocando a sua prata num copo de vidro transparente, sem desenho e mirando o feixe no copo, você deve ver feixe atravessando a água, isso significa que temos coloides na suspensão, mas não sabemos se há prata iônica (que perdeu ion).

TESTE DO CLORETO DE SÓDIO (sal de cozinha)

Pegue 30 ml de prata coloidal que você adquiriu, coloque num copo de vidro transparente. Acrescente 10 a 15 grãos de sal de cozinha fino. Gire o copo suavemente e veja se começa a formar um nevoa branca.

Se sua prata se mantiver amarela, perfeito, se forma significa que houve uma reação química entre a prata iônica que é negativa e o cloreto que é positivo. Eles se uniram formando cloreto de prata que é altamente tóxico.

TESTE DA COR

Prata coloidal verdadeira é amarela, translucida e limpa sempre, até 100ppm (somente feita como método com sais). Outra coloração é indicio que pode haver prata iônica ou outros sais de prata.

Se for transparente deve fazer os outros testes e ver o sabor que deve ser amargo.

TESTE DO SABOR

– Prata transparente, amarga.

– Prata pelo método de aquecimento somente, sem sais, amarga

– Prata pelo método com sais, suavemente amarga conforme a quantidade de partículas (método que garante a eliminação da prata iônica pelo método Lee– Método de Meisel)
QUALQUER UM DOS TESTES FALANDO HÁ ALGO ERRADO COM SUA PRATA.

VALIDADE DA PRATA COLOIDAL

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Uma grande prata dos produtores de prata dá como validade da prata coloidal, prazo indeterminado, mas vamos analisar de forma lógica a questão.

A prata 1000, realmente tem prazo indeterminado, mas a prata coloidal é um processo, onde as partículas de prata, sem perder íon, são submetidas a um processo de eletrólise, no qual a prata é fragmentada em nano partículas. Sob condições adequadas da fonte, devem ser produzidas partículas no tamanho de 1 a 100 nanômetros, numa escala de coloide de coloração amarela.

Essas partículas carregadas de eletricidade tem uma vida útil de carga elétrica, assim como uma pilha, uma bateria, que com o passar do tempo, exposição a luz, ao ar, à temperatura, vai perdendo a carga, perdendo a eletricidade, concordam?

Processo natural. Se bem armazenada na embalagem original, em temperatura ambiente, não guardada na geladeira ou aquecida, não exposta a luz ou ao ar, pode manter até 1 ano sua eficácia até 80% em longo período.

Por isso, é errado dar um prazo de validade indeterminado a algo que pode ser alterado conforme submetida a variáveis.

Então fique atento e saiba que a prata coloidal é algo de muita eficácia, mas deve ser feita com muita responsabilidade.

DOSAGEM DE SEGURANÇA PARA A PRATA COLOIDAL

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Prata (CASRN 7440-22-4)

O  EPA diz que a dose suficiente recomendada é  10 a 20 ppm ou 10-20ug/ml dia  ou  10-20mg/litro dia  ou   10000ug/litro dia   ou    0,01mg/ml dia resumindo.

1 A 25 ML DE PRATA COLOIDAL  (conforme o patógeno ) DE 15 A 20 PPM, para uma pessoa com média de peso de 70 kg, uma vez ao dia pela manhã em jejum.

Casos graves de infecção deve-se iniciar com baixa dosagem (5ml) para evitar septicemia e ir aumentando a dosagem gradativamente, devido ao grau imediato de ação da prata coloidal verdadeira.

Casos de prevenção por 30 dias ,doses podem variar de quantidades menores que a indicada como 0,3ml a 5 ml dia conforme o sistema imunológico em baixa ou alta.

https://naturalsbrazil.blogspot.com.br/search?q=dosagem

NANOPARTICULA DE PRATA REVESTIDA COM SILICA ANTIBIÓTICO ELIMINA BATÉRIAS RESISTENTES

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NANOPARTICULA DE PRATA REVESTIDA COM SILICA ANTIBIÓTICO ELIMINA BATÉRIAS RESISTENTES
 
A sílica perfura a membrada das bactérias.
 
Nanopartícula revestida com antibiótico elimina bactérias resistentes
23 de maio de 2017
Karina Toledo | Agência FAPESP – Uma nova estratégia para combater bactérias resistentes a antibióticos foi descrita por pesquisadores brasileiros na revista Scientific Reports, do grupo Nature.
 
O método consiste em revestir nanopartículas feitas de prata e sílica – potencialmente tóxicas para os microrganismos e também para as células humanas – com uma camada de antibiótico. Desse modo, por afinidade química, o nanofármaco age apenas sobre os patógenos, tornando-se inerte ao organismo.
 
“Nós usamos o antibiótico como uma espécie de isca e, assim, conseguimos levar a nanopartícula até a bactéria com uma grande quantidade do fármaco. A ação combinada da droga com os íons de prata foi capaz de matar até mesmo microrganismos resistentes”, contou Mateus Borba Cardoso, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).
 
Apoiado pela FAPESP, o trabalho integra uma linha de pesquisa cujo objetivo é desenvolver sistemas para tornar seletiva a ação de nanopartículas.
 
Em artigos anteriores, o grupo mostrou que a estratégia pode ser viável para o tratamento do câncer, levando o quimioterápico às células tumorais e poupando as sadias (agencia.fapesp.br/23210). Pode também ser experimentada na inativação do vírus HIV, causador da Aids, em bolsa de sangue para transfusão, por exemplo (agencia.fapesp.br/23779).
 
“Há medicamentos comerciais que contêm nanopartículas que, de modo geral, servem para recobrir o princípio ativo e aumentar o tempo de vida deste dentro do organismo. Nossa estratégia é diferente. Decoramos a superfície da nanopartícula com determinados grupos químicos que servem para direcioná-la até o local onde deve agir, de modo seletivo”, disse Cardoso.
 
No artigo mais recente, o grupo descreve a síntese de nanopartículas formadas por um núcleo de prata recoberto por uma camada de sílica porosa para permitir a passagem de íons. Na superfície, foram colocadas várias moléculas do antibiótico ampicilina em um arranjo que, segundo Cardoso, não foi feito ao acaso.
 
“Por meio de modelagem molecular, conseguimos determinar qual parte da molécula de ampicilina interage melhor com a membrana bacteriana. Deixamos então todas as moléculas do fármaco com essa parte-chave voltada para o lado externo da nanopartícula, aumentando as possibilidades de interação com o patógeno”, explicou.
 
O trabalho de modelagem molecular contou com a colaboração de Hubert Karl Stassen, do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
 
Avaliação de eficácia
 
O efeito do nanoantibiótico em comparação ao da ampicilina convencional foi avaliado em duas linhagens diferentes da bactéria Escherichia coli – integrante da flora intestinal de mamíferos que, em certas situações, pode causar intoxicação alimentar.
 
Na linhagem suscetível à ampicilina, praticamente 100% dos microrganismos morreram tanto com o fármaco convencional quanto com a versão combinada com a prata. Na linhagem resistente, porém, apenas o nanoantibiótico teve eficácia.
 
O passo seguinte foi testar o efeito sobre uma linhagem de células renais humanas. Enquanto a nanopartícula de prata e sílica sem o revestimento de ampicilina se mostrou extremamente tóxica, a ampicilina convencional e a versão combinada com a prata se mostraram igualmente seguras.
 
“As imagens de microscopia confocal mostram que, além de não ser tóxica, a nanopartícula revestida com ampicilina não interfere no ciclo celular. As fases da mitose seguem seu curso, sem qualquer alteração”, disse Cardoso.
 
Na avaliação do pesquisador, a mesma estratégia poderia ser usada no combate a outras espécies bacterianas que desenvolveram resistência a antibióticos. Também é possível variar o fármaco usado na superfície da nanopartícula, para tratar diferentes tipos de infecção.
 
Contudo, o sistema apresenta uma desvantagem: como prata e sílica são materiais inorgânicos, essas nanopartículas não são metabolizadas e tendem a se acumular no organismo.
 
“Ainda não sabemos onde ocorreria esse acúmulo e quais seriam os efeitos. Para descobrir, será necessário fazer testes em animais. De qualquer modo, continuamos aperfeiçoando o sistema de modo a torná-lo mais seguro”, disse Cardoso.
 
Uma das possibilidades é, no lugar da prata, colocar no núcleo um segundo antibiótico de espectro diferente. Outra opção seria desenvolver uma nanopartícula pequena o suficiente para ser excretada na urina.
 
De qualquer modo, na avaliação de Cardoso, o nanoantibiótico em sua forma atual poderia ser usado no tratamento de casos extremos, como o de pacientes com infecção hospitalar que não respondem aos antibióticos convencionais.
 
“O possível acúmulo de nanopartículas no organismo, nesses casos, seria um preço pequeno a pagar para evitar a morte”, disse. O grupo busca parceiros para a realização de testes em animais.
 
O artigo Defeating Bacterial Resistance and Preventing Mammalian Cells Toxicity Through Rational Design of Antibiotic-Functionalized Nanoparticles (doi:10.1038/s41598-017-01209-1), de Jessica Fernanda Affonso de Oliveira, Ângela Saito, Ariadne Tuckmantel Bido, Jörg Kobarg, Hubert Karl Stassen e Mateus Borba Cardoso, pode ser lido em http://www.nature.com/articles/s41598-017-01209-1.
 
FAPESP
 

PRATA TRANSFORMA BACTÉRIAS E ZUMBIS

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O apocalipse zumbi pode ser mais do que uma história de terror para alguns tipos de bactéria.
 
Um novo estudo revela que o micróbio Pseudomonas aeruginosa literalmente vira zumbi depois de entrar em contato com uma solução anti-microbiana que tenha prata, passando a eliminar as bactérias amigas mesmo depois de morto.
 
A prata tem sido usada pela medicina por milhares de anos como um potente agente bactericida. Isso acontece porque os íons do metal fazem buracos na membrana dos micróbios e se prendem em componentes essenciais da célula, como o DNA, impedindo o organismo de viver e se reproduzir.
 
Os pontinhos brancos são as micro partículas de prata dentro das bactérias
 
No entanto, esse efeito zumbi da prata era desconhecido até agora. Os cientistas envolvidos na pesquisa, publicada em abril pela Nature, mataram algumas Pseudomonas com uma solução de nitrato de prata (USO EXTERNO). Depois, eles separaram as bactérias mortas e as colocaram em contato com organismos vivos. Aí o massacre aconteceu: quase todas os micro-organismos vivos acabaram morrendo.
 
Para investigar o que tinha acontecido, as bactérias mortas foram colocadas em um microscópio e os pesquisadores viram que esses cadáveres tinham reservatórios de prata, indicando que os seres vivos funcionaram como esponjas e absorveram todo o metal no momento de sua morte.
 
A descoberta pode ajudar a melhorar os agentes que têm prata para combater os micróbios, como bandagens, uma vez que a Pseudomonas aeruginosa é bastante comum em infecções hospitalares.
 
Fonte: Science Magazine