Mês: agosto 2014

Por que usar água sem partículas, sem íons para fazer a prata coloidal e o ouro coloidal?

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Simples, 

1º)  Porque se conter partículas, como você irá saber quantas partículas terá de prata?

2º) Outros minerais podem alterar os resultados, pois as partículas da prata “grudam” nas moléculas da água e se colarem em outras moléculas de outros minerais, você obterá o que?

3º) No caso do ouro, é acrescido sais, mas, com a intenção de dispersão as partículas e estabilizar a solução coloidal. Cada substância para se fazer coloide, precisa de um método, por isso são soluções coloidais, pois cada uma se comporta de uma maneira.

4º) Água para fazer solução coloidal tem que ser pura, sem partículas, simplificando, sem partículas, sem íons.

Aí você me pergunta, no caso da prata como haverá condutividade se não há íons na água?

Respondo, como não há íons? A água se auto ioniza, não sabia?

Auto-Ionização da água (ou auto-dissociação da água) é uma reação química onde duas moléculas de água reagem para produzir umhidrônio (H3O+) e um hidróxido (OH-):

2 H2O (l) \rightleftharpoons  H3O+ (aq) + OH- (aq)

Este é um exemplo de autoprotólise, e mostra a natureza anfótera da água.

A água, mesmo pura, não é um simples emaranhado de moléculas de H2O. Mesmo na água “pura”, equipamentos sensíveis podem detectar uma quantidade muito pequena de condutividade elétrica de 0,555 µS·cm-1. De acordo com teorias de Svante Arrhenius, isto se deve à presença deiões.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Autoioniza%C3%A7%C3%A3o_da_%C3%A1gu

Agora vamos acabar com a confusão das águas?

ÁGUA FILTRADA

      Processo de filtração, onde há remoção de cloro, partículas e matéria orgânica da água através da filtragem com filtros de cerâmica. Não há eliminação de íons e bactérias a não ser que se use carvão ativo ou mesmo a parta coloidal. Não é adequada para a produção da prata coloidal.

ÁGUA DESTILADA

        Água destilada consiste numa água quimicamente pura, isto é, purificada por destilação de modo a eliminar os sais nela dissolvidos e outros compostos.

A água destilada em equilíbrio com o dióxido de carbono do ar apresenta uma condutividade de cerca de 0,8 x 10-6 siemens cm-1 a18 ºC. Esta água, por vezes, é designada por água condutiva. A limitação na condutividade é devida à auto-ionização. É a mais pura e a ideal.

 
 Lembrando que a água destilada industrializada contem resíduos de desinfetantes como propil-álcool e outros mais, estamos falando de água destilada feita a partir de um destilador laboratorial ou portátil.
 
 
ÁGUA DEIONIZADA
 
     A água desionizada é uma água muito semelhante à destilada, mas muito mais barata. Pode 
conter vestígios de sódio. Obtém-se através da passagem por colunas de permuta iônica.
 

       A desionização é por vezes usada, como processo complementar no tratamento da água para distribuição urbana. É um processo químico, muito rápido, que produz água pura, isenta de partículas, iões e substâncias orgânicas, sendo geralmente semelhante a água destilada.

  O processo mais vulgar consiste em fazer passar a água através de colunas de enchimento, permutadoras de iões, denominadas “desionizadores” contendo resinas de troca, ou permuta iônica. Estas resinas são constituídas por polímeros com grupos com carga elétrica, positiva ou negativa, que podem ser permutados com iões da solução. A resina catiônica substitui contaminantes catiônicos por iões H+, sendo os catiões mais vulgarmente removido o cálcio, o magnésio, o ferro, o alumínio, o manganês, o cobre, o zinco, o crómio e o níquel. Por sua vez, a resina aniônica substitui contaminantes aniônicos, como por exemplo o nitrato, o fosfato, o clorato, o clorito, o cloreto, o sulfato, o sulfito, o sulfureto, o nitrito e o fluoreto que são os mais comuns, por iões OH.

A água desionizada é utilizada em laboratórios de análises clínicas, em análises físico-químicas, em investigação e em indústrias finas, como a farmacêutica e cosmética.

A figura 1 mostra o esquema de um desionizador de uma só coluna e respetivo funcionamento.

desionizador final.jpg

http://wikiciencias.casadasciencias.org/wiki/index.php/Água_Desionizada

ÁGUA DE OSMOSE REVERSA

   A Osmose reversa é um processo semelhante como ocorre dentro de uma célula. A osmose reversa ocorre através de uma membrana semipermeável que absorve o sal e componentes nocivos à saúde humana e deixa passar apenas a água limpa.

   http://www.hsosmosereversa.com.br/osmose-reversa.php

 

 Portanto, a adequada para fazer a prata coloidal e o ouro coloidal é a destilada, podendo se não encontrar usar a deionizada purificada de qualidade.

 

 

Estabilidade das particulas de ouro coloidal

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Nanopartículas de ouro

As mesmas observações obtidas anteriormente foram verificadas na preparação de nanopartículas de ouro. Foi obtida uma solução coloidal vermelha altamente estável de nanopartículas de ouro, sendo que, neste caso, a estabilidade desta suspensão é devida à presença de íons citrato que estão adsorvidos às superfícies das nanopartículas.

A formação da suspensão de ouro coloidal envolve a redução de Au3+ para Auº pela ação do citrato de sódio como agente redutor, resultando na formação de nanopartículas que possuem rede cúbica de face centrada, com tamanho de partículas definido pela concentração de citrato de sódio presente no meio. Os íons Au3+ são introduzidos ao meio reacional a partir do ácido tetracloroáurico, que é a forma ácida do cloreto de ouro (III) e cuja estrutura é mostrada na Figura 2S, material suplementar, juntamente com as estruturas químicas do citrato de sódio e cistamina.

Neste caso, não houve resfriamento, visto que o citrato é um agente redutor mais brando para o ouro que o boroidreto é para a prata. Ao contrário, houve aquecimento da solução até a ebulição de modo a favorecer a redução do ouro, sendo que não houve a necessidade de adição lenta do agente redutor, como no procedimento das nanopartículas de prata. Neste processo de formação, observaram-se mudanças de coloração do meio reacional de incolor para lilás e, então, para vermelho, que se intensificou até o final da síntese. Após aproximadamente 5 min, a solução resultante apresentou uma coloração vermelha intensa.

Testes de estabilidade

Foram realizados testes para a avaliação da estabilidade da suspensão de nanopartículas de ouro obtida, através da adição ao meio reacional de espécies que afetam esta estabilidade.

A cistamina foi adicionada ao Tubo G, promovendo a agregação das partículas de ouro devido à criação de uma espécie de ligação cruzada entre as mesmas. Este fenômeno é resultado da presença de quatro centros básicos de Lewis em diferentes posições na molécula de cistamina, o que pode levar à interação ácido-base desta molécula com mais de uma nanopartícula de ouro, favorecendo sua agregação. A agregação das nanopartículas de ouro é instantaneamente evidenciada pela mudança de cor da solução de vermelho intenso para azul escuro.O processo de agregação das nanopartículas pela ação da cistamina é esquematizado na Figura 3S, material suplementar.

A adição de solução de cloreto de sódio ao Tubo H também promoveu a agregação das partículas devido ao aumento da força iônica do meio, sendo que a estabilidade desta solução inicial foi aumentada quando a solução aquosa de PVP ou PVA foi adicionada ao meio reacional (Tubo I), de maneira análoga ao ocorrido com as nanopartículas de prata.

Figura 4 apresenta os espectros de absorção na região do UV-Vis para os dois estados de agregação das nanopartículas de ouro observados no experimento, antes e depois da adição de cistamina, e também uma pequena imagem das soluções coloidais obtidas no experimento.

 

 

A banda referente aos plasmons de superfície para a amostra recém-preparada ocorre em 519 nm (Tubo F). De acordo com a literatura, esse é o valor esperado para nanopartículas de diâmetros próximos a 12 nm. Essa solução coloidal de ouro vermelho também foi analisada por microscopia eletrônica de transmissão, antes e após a adição de agentes aglutinantes e as micrografias são mostradas na Figura 5. As nanopartículas de ouro recém-preparadas (Figura 5a) possuem diâmetro médio de 21 nm, como previsto na literatura32 e muito próximo do valor calculado pelo espectro UV-vis.

 

 

 

Ao adicionar cistamina, houve a mudança da cor da solução para uma coloração azul escura, cujo espectro UV-vis é mostrado na Figura 4b. Nesse caso, a banda de absorção dos plasmons de superfície é deslocada para 528 nm, juntamente com o surgimento de uma nova banda mais larga, centrada em 758 nm, também devido ao aumento de anisotropia das nanopartículas.15,32 Essa mudança no perfil do espectro eletrônico é condizente com a agregação das nanopartículas de ouro, como evidenciado por imagens de TEM. A Figura 5b mostra a imagem obtida após a adição de cistamina, onde é possível observar que não houve o crescimento significativo das partículas, com diâmetro médio de 22 nm, no entanto, observou-se uma forte agregação das mesmas.37-39

 

FONTE: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422012000900030

OURO COLOIDAL

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OURO

ouro (do latim aurum, “brilhante”) é um elemento químico de número atômico 79 (79 prótons e 79 elétrons) que está situado no grupo onze (IB) da tabela periódica, e de massa atômica 197 u. O seu símbolo é Au (do latim aurum).

Conhecido desde a Antiguidade, o ouro é utilizado de forma generalizada em joalhariaindústria e eletrônica, bem como reserva de valor.

TAMBÉM USADO COMO ANTI-INFLAMATÓRIO em casos de artrose, artrite reumatóide. Ótimo para memória, é antipirético, diminuindo a dor reumática. Na pele, estimula a produção de colágeno diminuindo as rugas e marcas de expressão e auxiliando na cicatrização.

Há estudos onde o ouro ajuda no tratamento do câncer colando na célula cancerosa e impedindo que se alimente de colesterol e morra de fome.

Para tratamentos usa-se em forma de injeções, via oral como nano partículas ou coloide.

APLICAÇÕES

  • O ouro exerce funções críticas em computadores, comunicaçõesnaves espaciais, motores de reação na aviação, e em diversos outros produtos.
  • A sua elevada condutividade elétrica e resistência à oxidação têm permitido um amplo uso em eletrodeposição, ou seja, cobrir com uma camada de ouro por meio eletrolítico as superfícies de conexões elétricas, para assegurar uma conexão de baixa resistência elétrica e livre do ataque químico do meio. O mesmo processo pode ser utilizado para a douragem de peças, aumentando a sua beleza e valor.
  • Como a prata, o ouro pode formar amálgamas com o mercúrio que, algumas vezes, é empregado em restaurações dentárias.
  • O ouro coloidal (nano-partículas de ouro) é uma solução intensamente colorida que está sendo pesquisada para fins médicos ebiológicos. Esta forma coloidal também é empregada para criar pinturas douradas em cerâmicas.
  • O ácido cloroáurico é empregado em fotografias.
  • isótopo de ouro 198Au, com meia-vida de 2,7 dias, é usado em alguns tratamentos de câncer e em outras enfermidades.
  • É empregado para o recobrimento de materiais biológicos, permitindo a visualização através do microscópio eletrônico de varredura (SEM).
  • Utilizado como cobertura protetora em muitos satélites porque é um bom refletor de luz infravermelha.
 
 
 
PAPEL BIOLÓGICO
 

O ouro não é um elemento químico essencial para nenhum ser vivo. Alguns tiolatos (ou semelhantes) de ouro (I) são empregados como anti-inflamatórios no tratamento de artrites reumatóides e outras enfermidades reumáticas. O funcionamento destes sais de ouro não é bem conhecido. O uso do ouro em medicinal é conhecido como crisoterapia.

A maioria destes compostos são pouco solúveis, portanto devem ser injetados. Alguns são mais solúveis e podem ser administrados via oral, sendo melhor tolerados. Este tratamento pode apresentar efeitos secundários, geralmente leves, porém é a primeira causa do abandono do tratamento pelos pacientes.

CRISIOTERAPIA

 Crisoterapia ou auroterapia são termos utilizados para designar o tratamento com compostos de ouro . Os sais de Ouro acumulam-se lentamente no organismo humano e, passado algum tempo, reduzem a inflamação. Os sais de Ouro são por isso utilizados para modificar a progressão de: artrite reumatóide, doenças inflamatórias do intestino, artrite psoríaca, Lúpus EritmatosoArtrite Reumatóide Juvenil. Atualmente, os sais de Ouro não são frequentemente utilizados para tratar crianças com Artrite Juvenil Ideopática, convencionalmente utiliza-se Metrotexato. Os sais de Ouro são, por vezes, utilizados em crianças com poliartrite progressiva que não respondem à terapia com fármacos anti-inflamatórios não esteróides (metrotexato) e a outras medicações. Este tratamento é algo dispendioso, uma vez que implica controlo médico e laboratorial.

MECANISMOS DE AÇÃO

O processo químico através do qual o Ouro consegue atrasar a progressão da artrite ainda não está completamente explicado. No entanto, dados obtidos através da análise decrisoterapia com aurotiomalato de sódio (contém Au (I)) em ratos, resultaram na proposta de 3 mecanismos anti-inflamatórios distintos:

– a formação de Au (III) a partir do Au(I) do aurotiomalato capta espécies reativas de oxigênio (ROS) como o ácido hipoclórico;

– o Au (III) é uma espécie altamente reativa que desnatura irreversivelmente as proteínas, incluindo proteínas lisossomais que intervêm não especificamente no processo de inflamação quando são libertadas de células no focos de inflamação.

– o Au (III) interfere com as enzimas lisossomais envolvidas no processamento de Antigênios ou pode alterar directamente as moléculas de MHC da via endossomallisossomal.

Em última instância, qualquer destes mecanismos pode explicar a diminuição da produção e apresentação de peptídeos auto-antigênicos. Se, para além disto, qualquer destes processos decorrer conjuntamente com um sistema Redox nas células fagocíticas, então as ações anti-inflamatórias poderão ser efetivas durante um período de tempo mais longo, explicando, em grande medida, tanto a atividade anti-inflamatória como os efeitos adversos dos fármacos anti-reumatismais.

EFEITOS ADVERSOS

Os efeitos adversos podem desenvolver-se após uma quantidade significativa de Ouro se acumular no organismo. Os compostos de Ouro demoram cerca de dois meses até atingirem um nível estável e têm um tempo de semi-vida biológico relativamente longo (pensa-se que o tempo de semi-vida biológico do Ouro depois de uma dose única de um composto de Ouro administrado por via endovenosa, esteja compreendido entre 3 e 27 dias). Dez dias após a descontinuação do tratamento, apenas 70% já foi excretado, tornando os problemas de toxicidade do Ouro que podem ocorrer difíceis de lidar e de ultrapassar rapidamente.

Os potenciais benefícios resultantes desta terapia para doentes com doenças inflamatórias do intestino, rash cutâneo ou história de depressão da medula óssea terão que ser avaliados tendo em conta os riscos de toxicidade do Ouro sobre sistemas de órgãos comprometidos ou reservas diminuídas. É também de considerar eventuais problemas com a detecção e correta identificação dos efeitos secundários.

O Ouro administrado oralmente tem menos efeitos adversos que o administrado intramuscularmente. Normalmente, quando é prescrita a terapia com Ouro oral os efeitos adversos que são observados mais frequentemente são: diminuição do apetitenáuseas, enfraquecimento do cabelo e diarreia, assim como outros problemas ao nível da pelesanguerins ou pulmões. No caso da terapia ser via intramuscular os efeitos adversos mais comuns são rash cutâneo e feridas na boca e mais raramente, problemas renais e supressão da produção de células sanguíneas.

O ouro pode ser tomado na sua forma coloidal também, sem efeitos colaterais expressivos, com exceção de alergias para quem for alérgico ao metal, onde interrompendo o uso some os sintomas.

O ouro coloidal também tem como efeito colateral o sono após 2 ou 3 dias, sonolência intensa, por isso não é adequado tomar durante o dia e sim 3 a 4 horas antes de dormir. O sono é reparador. Isso se dá devido ao seu efeito antipirético.

FONTE GERADORA DE OURO COLOIDAL

A fonte geradora para o ouro coloidal é praticamente a mesma da prata, porém com uma amperagem maior ( 0,5A (ampere) ou 500mA(miliampere), pois com 0,01mA as partículas de ouro não dispersam na água, portanto deve ter 0,5A ou 500mA, 30 a 35 V.

FAZER O OURO COLOIDAL

O processo para se fazer a prata coloidal é mais simples, porém o ouro é necessário adição de sais, aquecimento e agitação, para que as partículas se desprendam dos eletrodos e fiquem dispersas na água, senão ela sai de um eletrodo e cola no outro.

É um processo que requer mais cuidados e dosagens exatas dos sais, no caso cloreto de sódio, citrato de sódio e dependendo da temperatura usar ou não peróxido de hidrogênio.

Esse tema será abordado mais tarde com  mais detalhes e cuidados.

O verdadeiro ouro coloidal é obtido por eletrólise de ouro  24 quilates ou ouro 1000, sem ligas, por eletrolise, adição de sais, aquecimento, vibração, fonte adequada. Tem a cor vermelho rubi, transparente, os eletrodos não produzem cinzas como na prata, tem gosto salobro. Se não for dessa cor, não é coloide de ouro, entenderam?

 

O QUE DETERMINA A QUALIDADE DA SUA PRATA COLOIDAL

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   Bem, não sou nenhuma especialista no assunto, mas em minhas pesquisas e leituras me deparei com um trabalho bem interessante sobre coloides: FUNDAMENTOS DE QUÍMICA COLOIDAL E DE ELETROQUÍMICA APLICADOS AOS ESTUDOS DE CONTROLE DA QUALIDADE DAS ÁGUAS, que trata justamente dos coloides como sistemas coloidais e não simplesmente substâncias coloidais, porque pode haver várias de comportamentos dessas substâncias na água.

   Vou tentar simplificar as 27 páginas, pois a parte que nos interessa são as variáveis que podem interferem na QUALIDADE DA SUA PRATA COLOIDAL  e que muitos desconhecem, por justamente serem leigos e porque quem não é não se dá ao trabalho de explicar.

 Vou dividir em pequenos tópicos para facilitar a leitura e o entendimento.

TAMANHO DAS PARTÍCULAS


      As partículas dos coloides apresentam um diâmetro na faixa de 1nm (nanômetro) a 1um (micrometro ou 1000 nanômetros). veja que é uma faixa e não um tamanho único. O que estiver nessa faixa é um coloide, ok?

   Definindo fica: Coloides (ou sistemas coloidais ou ainda dispersões coloidais) são sistemas nos quais um ou mais componentes apresentam pelo menos uma de suas dimensões dentro do intervalo de 1nm a 1µm.

IONS E COLOIDES


     As pessoas confundem muito quem quer usar a prata falando de prata iônica como se fosse uma solução diferente de coloide ou partículas especiais, por que será?

     Então vamos lá, já entendemos o que é coloide , certo?

     Simplificando mais ainda: Partículas (Ex: átomos da prata)  com suas dimensões dentro da faixa de 1nm a 1µm.

     Íons são uma especie química ( átomo, molécula) eletricamente carregada,que perdeu ou ganhou elétrons ( simplificando mais ainda ganhou ou perdeu carga elétrica).

    Íons  carregados negativamente são conhecidos como ânions, ou até mesmo como íon negativo, (que são atraídos para ânodos = pólo negativo de uma fonte), enquanto íons com carga positiva são denominados cátions , ou íon positivo (que são atraídos por cátodos = pólo positivo de uma fonte).

   Até aqui tudo bem?

  Então prata iônica não é um a prata diferente é uma prata com os átomos de suas moléculas ionizadas que contém partículas carregadas eletricamente, entendeu?   Toda partícula de prata coloidal é tem íon carregado eletricamente e simples assim. 

   Não vou me aprofundar, será somente para entendimento da prata coloidal e as perguntas que me são feitas ao longo do tempo.

PROPRIEDADES ELÉTRICAS

    Todas as partículas coloidais são carregadas eletricamente. Águas com pH entre 5 e 10, o que compreende a grande maioria das águas naturais, apresentam predomínio de partículas com saldo de carga negativa, gerando um potencial médio estimado em – 30 mV. Quando imergimos eletrodos na água, isto é, aplicamos uma diferença de potencial, as partículas coloidais migram para o polo de sinal oposto, propriedade eletrocinética conhecida por eletroforese. por isso o PH da água é bem Importante.

 

Movimento browniano

      As moléculas de água permanecem em estado constante de vibração. Este fato faz com que as partículas coloidais sejam “bombardeadas” pelas moléculas de água que, desta forma, impõem um movimento desordenado às partículas coloidais que têm massas relativamente pequenas, conhecido como movimento browniano. Este efeito é visível através de ultra-microscopia e é considerado favorável ao processo de floculação.

Efeito Tyndall

    As partículas coloidais, embora pequenas, são suficientemente grandes de modo a interferir na passagem da luz, provocando o seu espalhamento (difração), o que é conhecido por efeito Tyndall. Este conceito é análogo ao conceito da turbidez, que é provocada em maior escala por partículas mais grosseiras como os sólidos em suspensão.

 

         1 – normal  2 – efeito tyndall 

 TEMPERATURA

 Temperatura  maior e mais agitação durante o processo de produção, menos agregação (partículas menos próximas), prata coloidal verdadeira e coloração amarela. Também afirmam que as partículas ficam menores na escala de coloide.

 Temperatura menor ou menos agitação durante o processo de produção pode acontecer mais agregação (partículas mais próximas), podendo grudar e fazer partículas maiores, pode haver sedimentação e com certeza não serão coloides.

 Falamos do processo de produção sem adição de sais, falamos do processo original.

 

 

Verificar a existência de cor refere-se a cor fora do amarelo ou totalmente transparente sem (sedimentação para prata feita método frio).

 ARMAZENAMENTO

    Sempre em frasco Pet  ou de vidro âmbar para evitar o contato com a luz e com o ar principalemnte, pois a reação química não é com a luz e som como ar, pois os compostos sulfurados do ar (SO2, SO3) reagem com a a prata formando o Ag2S que possui coloração escura.

    A luminosidade tem haver com o aquecimento e como vimos muito calor pode agregar as partículas e provocar sedimentação.

 

 Um exemplo meio até grotesco são as lentes sensíveis que mudam de cor com aluz, ms na verdade é uma reação química da prata das lentes com outros elementos químicos e o ar: (http://www.brasilescola.com/quimica/lentes-fotossensiveis-reacoes-oxirreducao.htm) , para que você entenda que não é a luz e sim o ar, embora falemos que é a luz.

 Por isso, não passe prata na pele, medicamentos com prata e gel com prata e se exponha ao sol e ao ar livre por muito tempo, sua pele pode ficar escura e com manchas. A combinação calor e ar, pode te causar problemas.

 

                                         http://www.wikihow.com/Select-Safe-Chemical-Free-Colloidal-Silver

POR QUE USAR ÁGUA DESTILADA?

         Porque  sais e impurezas podem alterar a sua preparação coloidal, também, os sais possuem cloretos que podem reagir ou não com a prata formando Cloreto de Prata, insolúvel, visto que não sabemos quais sais e quanto há numa água mineral por exemplo. 

       Se você pretende tomar, então deve ter cuidado. Você pode até usar água mineral ou “torneiral”, porém será uma solução ordinária que você pode usar para limpeza, borrifar em locais com larvas de mosquito, etc, pois sabemos que outras formas de prata como nitrato, sulfeto, cloreto, também tem a mesma ação antibiótica, e fungicida, porém são tóxicas se ingeridas.

      Na água destilada pode-se adicionar sais sim para melhorar condutividade, diminuir partículas ou acelerar o processo, porém, é necessário conhecimento em químico e deve ser deixado para um profissional capacitado, ok?

 

 

 COR DA PRATA / GOSTO DA PRATA

       Prata coloidal verdadeira feita no método por aquecimento e agitação, baixa voltagem e amperagem sem sais é amarela. havendo agregação e depois sedimentação mudará de cor como na imagem abaixo: 

 

 

  A prata pelo método a frio, direto em água destilada, se agitação, baixa voltagem e baixa amperagem fica cristalina sem nenhuma agregação de partículas visível.

  Os demais processos com adição de sais pelo químico segue a tabela da imagem.

  O gosto da prata coloidal verdadeira é amargo, quanto mais partículas por milhão mais amarga.

 

Fica Bem claro, que se não tem a cor amarela não é prata coloidal.

 

 

 PRATA E AÇÃO BACTERICIDA

   De acordo com essa tese da UNICAMP : SÍNTESE, CARACTERIZAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE PRATA PARA APLICAÇÕES BACTERICIDAS, Marcos Vinícius D. Garcia, mostra como a prata coloidal, preparada por métodos laboratoriais com sais elementos químicos atua como bactericida.

 

 

Estudo completo: http://slideplayer.com.br/slide/360630/

Não tente fazer em casa a prata coloidal dessa forma. A apresentação é apenas para mostrar a eficácia da prata comprovada por estudos científicos e não por depoimentos apenas.

 

 

FONTE GERADORA

     Para a prata coloidal é necessário uma fonte com as seguintes características: 

  – Monovolt ou de preferência Bivolt (entrada 90 – 240 VAC)

  – Voltagem de 24 a 35 volts (a voltagem determina a quantidade de partículas produzida num determinado período, menos volts menos partículas, mais volts, mais partículas, nunca menor que 24 ou maior que 35 volts).

 – Amperagem de 10mA a 50 mA (a amperagem vai determinar o tamanho da partícula, fazendo com que fique na escala dos colóides, por isso não pode ser menor que 10mA (0,01 ampere) e nem maior que 50mA (0,05 ampere. Se for 10mA melhor, maior será a qualidade da sua prata, sem alteração de cor). A fonte com  0,05 ampare é ideal para a produção do ouro coloidal.

   Conversão:  

     50 mA = 50.10^-3

      simples, quando a base é -3 divide o valor desejado por 1000

       50mA = 50/1000 => 50mA = 0,05A

 – Corrente contínua: Se for possível que tenha a corrente contínua, pois colabora para a qualidade da sua prata ser perfeita. A alteração de corrente durante o processo não é muito adequada, por isso usa-se um resistor na fonte para garantir a estabilidade da corrente.

   Com uma fonte assim, correta, você obterá uma prata coloidal de cor uniforme, clara, transparente, amarela ou não dependendo do método, com qualidade, que garante que se for ingerida, será eliminada pelo seu organismo completamente, atuando de forma eficaz conforme seu caso e orientação profissional.

  Não use pilhas, pois como pode ver, não atende nenhuma das características necessárias para fazer coloide de prata. Depois você estará consumido outra coisa e comprometendo sua saúde.

  Nós e algumas empresas trabalham com essas fontes ou geradores de prata como chamam, feitas por engenheiros elétricos, sem gambiarras e com responsabilidade. Temos a Acquaprata, a Naturals Brazil e outras.

 

COMO MEDIR AS PARTÍCULAS?

       Você compra um medidor de TDS portátil para fazer a prata em casa ou se quiser investir mais pode comprar um mais profissional, porém bem mais caro.  Você encontra no Mercado Livre vários modelos: http://lista.mercadolivre.com.br/medidor-de-tds-digital-port%C3%A1til-para-filtros-deionizadores , em lojas especializadas, no Ebay, em lojas de aquarismo.

       Alguns vem calibrados no ), outros é preciso calibrar para que parta a mensuração do 0. Você pode pedir para fazerem ou faça em casa com água destilada, introduzindo o medidor na água e zerando num pequeno botão preto ou outro.

 

 Bem qualquer adendo, comentário, correção, fiquem a vontade, pois como disse não sou expert e aceito qualquer colaboração educada sobre o assunto. Nas bibliografias estudos mais técnicos e profundos.

Agradeço a leitura e bem vindos.

 

 

  BIBLIOGRAFIA

  A química do Macro ao Micro: http://extensao.cecierj.edu.br/material_didatico/qui704/aula03.pdf

  Medicina complementar: http://www.medicinacomplementar.com.br/tema100105.asp

 Vida e saúde: http://www.vidaesaude.org/nutricao-saude/a-prata-coloidal-2.html

 Química Nova:  http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422012000900030

 UNICAMP : SÍNTESE, CARACTERIZAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE PRATA PARA APLICAÇÕES BACTERICIDAS: http://slideplayer.com.br/slide/360630/

 Wikihow: http://www.wikihow.com/Select-Safe-Chemical-Free-Colloidal-Silver

InfoEscola: http://www.infoescola.com/quimica/coloides/

Quimicando Soluções: http://slideplayer.com.br/slide/364803/

Os nanomateriais e a descoberta de novos mundos na bancada do químico: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-40422012000700026&script=sci_arttext

Fórum do Bioquímico Kephra: http://forum.cgcsforum.com/

CgcsForum Blog: http://blog.cgcsforum.com/   e  http://blog.cgcsforum.com/?p=84

FUNDAMENTOS DE QUÍMICA COLOIDAL E DE ELETROQUÍMICA APLICADOS AOS ESTUDOS DE CONTROLE DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DOWNLOAD: 200.144.189.97/phd/LeArq.aspx?id_arq=1798

Wikipedia coloide: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coloide

 

 

 

PICOLINATO DE CROMO, UMA FACA DE DOIS GUMES?

Postado em

Essa postagem foi feita por causa da questão cromo coloidal, pois fazer em casa é muito arriscado, visto que existem vários tipos de cromo e o 6 sendo o mais letal, por isso, conheça o picolinato de cromo.
 

picolinato de cromo é um composto químico vendido como um suplemento nutricional para evitar ou curar a deficiência de cromo ou como emagrecedor.

 
 O composto de coordenação de cor vermelho brilhante é derivado de cromo (III) e o  ácido picolínico . Pequenas quantidades de cromo são necessárias para a utilização de glicose pelas células em resposta ao insulina , mas as deficiências deste elemento são extremamente raros e exclusivamente observada em pacientes hospitalizados com dietas restritas a longo prazo.
 
 O cromo, ao contrário do ferro, o cobre, o zinco , o selênio e molibdênio, não foi encontrada em nenhuma das metaloproteinases biologicamente ativa, de modo que não sabemos a base bioquímica para as necessidades humanas (1 mg / dia).
 
 
 

     Alguns estudos (embora limitado) tentaram mostrar que este composto tem efeitos antidepressivos em depressão atípica.   Embora mais extensa follow-up não conseguiu provar .

    Algumas organizações comerciais promovem o picolinato de cromo como uma ajuda para o desenvolvimento físico de atletas e substância como emagrecedor.  Mas, numerosos estudos demonstraram os efeitos do composto tanto para o crescimento do músculo que a perda de tecido adiposo.

    Alguns afirmam que a integração do cromo nas formas picolinatas reduzem a ‘ resistência à insulina em diabéticos, mas uma meta-análise de vários estudos sobre o assunto mostrou que não existe uma associação entre o cromo ea concentração de glicose ou insulina para os não-diabéticos, enquanto em diabéticos os resultados dos estudos analisados ​​não são conclusivos e não significativo.  Esta meta-análise foi acusado de ter excluído os resultados de estudos significativos.  Trials mais tarde deu resultados ambíguos sobre o assunto.

    Em uma conta de todos os ensaios, concluiu-se que o picolinato de cromo não tem efeito sobre as pessoas saudáveis, o diabético pode ter um efeito benéfico, mas falta-lhe uma forte evidência.

    Um estudo afirma que o picolinato de cromo dá mais facilmente danos no DNA e mutações que outras formas de cromo trivalente,  mas os resultados são discutidos em outro estudo. [12] Outros estudos indicam que o composto é seguro, mesmo em doses elevadas . 

      Em camundongos, a suplementação de picolinato de cromo produz defeitos esqueléticos na prole.  Em moscas da fruta ( Drosophila melanogaster ) picolinato de cromo produz aberrações cromossômicas e impede o desenvolvimento da prole,  e mutações causam infertilidade letal. 

   Leia o artigo completo com as referências bibliográficas das afirmações acima:  http://it.wikipedia.org/wiki/Cromo_picolinato   

                                                   

Cromo picolinato
Chromium picolinate.png
Nome IUPAC
Cromo(III) picolinato
Nomi alternativi
Cromo picolinato
Caratteristiche generali
Formula bruta omolecolare Cr(C6H4NO2)3
Massa molecolare (u) 418.33
Aspetto solido rosso brillante
Numero CAS   [ 14639-25-9 ]  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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As informações fornecidas não são conselhos médicos e são afirmações com base em testes ainda em execução conforme referências. os conteúdos são apenas para informação e não são substitutos de indicação médica. preciso. Por isso, não faça uso de substâncias sem necessidade e sem acompanhamento médico.

Atividade anti-tumor de nanopartículas de prata no modelo de tumor ascite linfoma de Dalton

Postado em

Resumo: 

Nanomedicina diz respeito ao uso de nanomateriais de engenharia de precisão para desenvolver modalidades diagnósticas e terapêuticas inovadoras para o uso humano. 

O presente estudo demonstra a eficácia de nanopartículas de prata biologicamente sintetizados (AGNPS) como um agente anti-tumoral utilizando ascite linfoma (DLA) linhas celulares Dal- de toneladas in vitro e in vivo. 

Os AGNPS mostraram citotoxicidade dependente da dose contra células DLA através da ativação da enzima de caspase 3, levando à indução de apoptose, que foi confirmado por meio resultante fragmentação nuclear. Toxicidade aguda, ou seja, convulsões, hiperatividade e toxicidade crônica, como aumento de peso corporal e parâmetros hematológicos anormais não ocorrem. 

AGNPS aumentou significativamente o tempo de sobrevivência no modelo de ratinho de tumor em cerca de 50% em comparação com controlos de tumor. 

AGNPS também diminuiu o volume de fluido ascítico em ratinhos portadores de tumor em 65%, retornando, assim, o peso corporal ao normal. De glóbulos brancos e plaquetas elevados no líquido ascítico dos ratinhos portadores de tumores foram levados a gama quase normal. 

A análise histopatológica do líquido ascítico mostrou uma redução na contagem de células DLA em camundongos portadores de tumor tratados com AGNPS. 

Esses achados confirmam as propriedades antitumorais de AGNPS, e sugerem que eles podem ser uma alternativa de baixo custo para o tratamento de câncer e doenças relacionados com a angiogénese. 

Leia mais detalhes no original em PDF:

http://www.thesilveredge.com/pdf/Daltons_lymphoma.pdf

 

NANOTECNOLOGIA E ÚLTIMOS AGENTES ONCOLOTÍCOS: PRATA, CÂNCER E INFECÇÕES ASSOCIADAS PARTE III

Postado em Atualizado em

NANOTECNOLOGIA E ÚLTIMOS AGENTES ONCOLOTÍCOS: PRATA, CÂNCER E INFECÇÕES ASSOCIADAS PARTE III

Introdução
Medicamentos à base de prata tem um núcleo denominador comum – o seu princípio ativo é o seu conteúdo de “” oligodinâmico ions de prata (isto é, Ag
+). Carl Nageli (1893) cunhou o termo oligodinâmico (a partir de
os oligos grego = poucos, e dynamis = poder). Nageli descoberto que extremamente pequena de ião de metal concentrações demonstrar propriedades antimicrobianas extraordinárias.

1
Em 2003 Rentz fornecida uma
revisão retrospectiva abrangente sobre os efeitos antimicrobianos universais de oligodinâmico Ag+. De literatura médica autoritária histórico, ele documentou centenas de viral, bacteriana / spirochete, fungos e protozoários patogénicos que sucumbem às drogas à base de prata, contendo uma quantidade suficiente de oligodinâmico Ag +.

2
Nanociência moderna ainda está fazendo novas descobertas em relação a metais oligodinâmico. Nanocientistas apareça posicionado para desenvolver algumas das estratégias mais complicadas para a luta
câncer. Por exemplo, eles estão descobrindo que medicamentos contra o câncer deve ser capaz de interromper e penetram facilmente
membranas de células tumorais in situ para permitir ao máximo os efeitos oncolíticos possíveis. Picoscalar ou quase picoscalar oligodinâmico Ag+
hidrossol goza da maior apresentação de superfície (ie, 6 km 2 por grama Ag) 3, 4 para a adesão da membrana de células tumorais e de penetração, o que leva a maiores efeitos oncolíticos.

História
As obras de Moyasar et al., (1990), 5 Hamilton-Miller e Shah (1993), 6 Zhao e Stevens (1998), 7 Baker et al., (2004), 8
Sondi e Salopek-Sondi (2004), 9 e Morones et al., (2005) 10 coletivamente estabelecido que o Therapeusis de prata bioativo se estende bem além do seu virotoxicity. Ele também é um bactericida de largo espectro e um agente fungicida.
Berger mostrou que oligodinâmico Ag + é 10 a 100 vezes superiores para a sulfadiazina de prata, tanto os agentes patogénicos Gram-positivos e gram-negativos em termos de alcançar a dose letal mínima (MLD).

Há muito se suspeita de que agentes infecciosos estão associados com câncer com tumores sólidos (a exemplo notável é o Sarcoma de Kaposi), bem como cancros não baseados em tumores, tais como a leucemia. Além disso,
pacientes com câncer, muitas vezes submetidos a terapia de supressão imunológica, permitindo múltiplos focos patógeno semente. Oligodynamic Ag + pode ter o potencial de desempenhar um papel duplo: ou destruir a infecciosa agente etiológico do câncer, e / ou destruir as cargas de patógenos surgindo dentro imuno comprometidos pacientes.

Impacto
Em os EUA, o cancro é a segunda principal causa de morte em seres humanos. Virginia Livingston- Wheeler foi um dos primeiros a propor uma etiologia infecciosa para o câncer.
As taxas de câncer decorrentes a partir de uma etiologia infecciosa (por exemplo, HIV, HHV8, HPVe EBV), Bem como as taxas infecciosas de pacientes imuno comprometidos (por exemplo, BK e JC polyomaviruses, o vírus sincicial respiratório, os vírus influenza e vírus parainfluenza, Fungemia, Rotavirus, CMVe Streptococcus pneumoniae) subiram assustadoramente ao longo das últimas duas décadas. Rentz documentado que muitos estas infecções câncer associado são suscetíveis a oligodinâmico Ag.

Continue lendo o original em Inglês:http://www.thesilveredge.com/pdf/Nanotechnologys_Latest_Oncolytic_Agent_(Part_III).pdf

Foto: NANOTECNOLOGIA E ÚLTIMOS AGENTES ONCOLOTÍCOS: PRATA, CÂNCER E INFECÇÕES ASSOCIADAS PARTE III Introdução Medicamentos à base de prata tem um núcleo denominador comum - o seu princípio ativo é o seu conteúdo de "" oligodinâmico ions de prata (isto é, Ag +). Carl Nageli (1893) cunhou o termo oligodinâmico (a partir de os oligos grego = poucos, e dynamis = poder). Nageli descoberto que extremamente pequena de ião de metal concentrações demonstrar propriedades antimicrobianas extraordinárias. 1 Em 2003 Rentz fornecida uma revisão retrospectiva abrangente sobre os efeitos antimicrobianos universais de oligodinâmico Ag+. De literatura médica autoritária histórico, ele documentou centenas de viral, bacteriana / spirochete, fungos e protozoários patogénicos que sucumbem às drogas à base de prata, contendo uma quantidade suficiente de oligodinâmico Ag +. 2 Nanociência moderna ainda está fazendo novas descobertas em relação a metais oligodinâmico. Nanocientistas apareça posicionado para desenvolver algumas das estratégias mais complicadas para a luta câncer. Por exemplo, eles estão descobrindo que medicamentos contra o câncer deve ser capaz de interromper e penetram facilmente membranas de células tumorais in situ para permitir ao máximo os efeitos oncolíticos possíveis. Picoscalar ou quase picoscalar oligodinâmico Ag+ hidrossol goza da maior apresentação de superfície (ie, 6 km 2 por grama Ag) 3, 4 para a adesão da membrana de células tumorais e de penetração, o que leva a maiores efeitos oncolíticos. História As obras de Moyasar et al., (1990), 5 Hamilton-Miller e Shah (1993), 6 Zhao e Stevens (1998), 7 Baker et al., (2004), 8 Sondi e Salopek-Sondi (2004), 9 e Morones et al., (2005) 10 coletivamente estabelecido que o Therapeusis de prata bioativo se estende bem além do seu virotoxicity. Ele também é um bactericida de largo espectro e um agente fungicida.  Berger mostrou que oligodinâmico Ag + é 10 a 100 vezes superiores para a sulfadiazina de prata, tanto os agentes patogénicos Gram-positivos e gram-negativos em termos de alcançar a dose letal mínima (MLD).  Há muito se suspeita de que agentes infecciosos estão associados com câncer com tumores sólidos (a exemplo notável é o Sarcoma de Kaposi), bem como cancros não baseados em tumores, tais como a leucemia. Além disso, pacientes com câncer, muitas vezes submetidos a terapia de supressão imunológica, permitindo múltiplos focos patógeno semente. Oligodynamic Ag + pode ter o potencial de desempenhar um papel duplo: ou destruir a infecciosa agente etiológico do câncer, e / ou destruir as cargas de patógenos surgindo dentro imuno comprometidos pacientes. Impacto Em os EUA, o cancro é a segunda principal causa de morte em seres humanos.  Virginia Livingston- Wheeler foi um dos primeiros a propor uma etiologia infecciosa para o câncer. As taxas de câncer decorrentes a partir de uma etiologia infecciosa (por exemplo, HIV, HHV8, HPVe EBV), Bem como as taxas infecciosas de pacientes imuno comprometidos (por exemplo, BK e JC polyomaviruses, o vírus sincicial respiratório, os vírus influenza e vírus parainfluenza, Fungemia, Rotavirus, CMVe Streptococcus pneumoniae) subiram assustadoramente ao longo das últimas duas décadas. Rentz documentado que muitos estas infecções câncer associado são suscetíveis a oligodinâmico Ag. Continue lendo o original em Inglês: http://www.thesilveredge.com/pdf/Nanotechnologys_Latest_Oncolytic_Agent_(Part_III).pdf