Últimas notícias do evento

PRATA COLOIDAL E CÃES

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Cinomose (liquida 20ppm) Dermatite causada por pulgas e insetos 

Dermatite por agentes externos 

Leishimaniose (liquida 20ppm) 

Manchas de lágrimas e infecções oculares 

Infecções de ouvido 

Úlceras de roedor 

Problemas de dentes, incluindo gengivite e estomatite (ver mais abaixo) 

Abscessos 

Feridas 

Ajuda a eliminar parasitas matando as ovas (precisa de vermífugo para vermes adultos e grandes infestações) 

Infecções por fungos 

Dermatite úmida (gel e spray) 

MRSA (liquida e gel conforme o local) 

Infecção por TVT genital (sabonete e gel) 

Preservação de alimentos 

Herpes canino 

Papilomatose bucal (gel) 

Verrrugas virais (liquido, gel e sabonete) 

Controle de pulgas, carrapatos e ácaros, pois mata as ovas desses parasitas. (spray 100ppm) 

Picadas de insetos 

A prata coloidal para cães é um recurso natural maravilhoso para uma variedade de condições. É um tratamento seguro, de baixo custo e eficaz para cães e gatos. A prata coloidal tem sido usada para tratar com sucesso cães e gatos por muitos anos, no Japão e em diversos locais do mundo. 

Alguns animais de forma rara apresentam alergia, assim como ocorre como humanos, porém antes faça um teste de pele e de mucosa e pingue algumas gotas na bota e observe, pois par uma alérgico uma gota já mostra. Em caso de alergia é só não dar mais e dar um antialérgico. 

A prata coloidal é uma alternativa excepcional aos remédios de venda livre, antibióticos farmacêuticos e prescrições administradas aos seus cães. Pode ser administrado no seu cão uso interno e externo e adicionado na água em doses baixas conforme a necessidade. 

Apresenta-se líquida, em gel e sabonete. 

Embora se diga que não há cura médica para cinomose, leishmaniose, coronavirose, parvovírus, a prata é muito eficaz na dose correta e associada ao tratamento do sistema imunológico e desparasitação. O tempo de uso é o tempo de vida do vírus ou bactéria in vitro ou sem capacidade de reprodução, por exemplo, no caso da cinomose leva 60 dias consecutivos com suplementação vitamínica. 

O mais importante é a dosagem que foi pesquisada pelo nosso amigo o Veterinário Dr. Hélio Rebelo da Universidade Federal do Pará que chegou a uma dosagem adequada em testes para um cãos com cinomose com cura de 100% sem sequelas porque iniciou o tratamento no início. A dosagem é de 1/3 do peso do animal em ml, ou seja, Se o animal pesa 9 kg divida por 3 e terá o valor do ml, no caso, 3 ml. Divida esses 3 ml em duas doses e de 1,5 pela manhã e 1,5 a noite. A dose é dividida porque o metabolismo é acelerado. 

É recomendado em doenças graves, iniciar com doses menores mudando a cada 3 dias, para não ocorrer um excesso de patógenos como fungos e bactérias mortos na corrente sanguínea, de forma que o organismo possa eliminar. 

Algumas doenças requerem um tratamento mais agressivo, por isso o acompanhamento de um veterinário seria essencial, pois se seu veterinário não conhece a prata coloidal e a doença for grave, explique, é um tratamento natural e eficaz com muitas pesquisas disponíveis na Revista de Ciências Biológicas dos Estados Unidos. 

Isso é contrário a outros sites que eu vi na internet, que dizem dar algumas gotas. Isso não faz sentido. Mais do que algumas gotas são necessárias para acabar com uma infecção. Não fique nervoso sobre a dosagem pesada para uma condição crônica ou aguda que precisa de uma atenção séria. 

Na pele para fungos críticos como Sporotrix e outros o uso é externo de prata coloidal de 100ppm liquida e gel associadas a suplementação urgente par ao sistema imunológico. 

Pulverize prata coloidal líquida de 100ppm, não diluída diretamente sobre irritações e feridas da pele, duas a três vezes por dia durante o tempo necessário até que a condição melhore visivelmente. 

Mais dúvidas chame no Whatsapp da Naturals Brazil com seu nome e o assunto: 11 98624-1390 

Obs: Não esqueça, a orientação de um veterinário, principalmente naturalista, é essencial. 

Fontes pesquisa: 

https://naturalsbrazil.blogspot.com/2021/01/prata-coloidal-e-cinomose.html

https://naturalsbrazil.blogspot.com/2019/06/prata-coloidal-e-leishmaniose-visceral.html

https://naturalsbrazil.blogspot.com/2019/01/prata-coloidal-mata-toxoplasma-gondii.html

https://naturalsbrazil.wordpress.com/2013/05/27/prata-coloidal-e-uso-veterinario/ (não injetar) 

https://naturalsbrazil.blogspot.com/2019/06/a-prata-e-raiva-canina-estudo-europeu.html

https://www.cuteness.com/article/administer-colloidal-silver-cats

COMO DEVE SER A PRATA COLOIDAL QUE VOCÊ COMPRAR

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Primeiro, saber se ela é coloidal verdadeira ou iônica, ou mista.

Se o vendedor omitir, à distância você vai saber fazendo as seguintes perguntas:

– IDENTIFICAÇÃO

Deve ter rótulo com nome da empresa, ppm, ml, data de validade, lote de fabricação no mínimo e acompanhar um informativo ou uma bula dentro da ABNT com letras legíveis e com clareza de leitura.

– QUE COR É A SUA PRATA?

Verdadeira: Amarela (varia tom conforme ppm)

Mista: Amarela (varia tom conforme ppm)

Iônica: Transparente

– QUAL A VOLTAGEM E A AMPERAGEM DA FONTE QUE USOU PARA FAZER?

Para prata verdadeira, no processo de eletrólise que é a ideal para tratamentos, deve ser:

Voltagem ideal: 24 a 33 Volts

Amperagem: 0,01 a 0,04A (ampere), no máximo, para produzir partículas de 1 a 20 nanômetros na média. Ampere acima até 0,5ª faz prata coloidal, mas com partículas maiores para outros fins.

– QUE ÁGUA VOCÊ USOU?

Deve ser sempre destilada ou de osmose reversa 0 ppm

– A PRATA QUE VOCÊ USOU QUAL A PUREZA?

A prata deve ser 999 ou 1000, pura e normalmente vem em grânulos e é moldada para o formato palitou eletrodo.

– EXISTE NORMA QUE REGE A PRATA COLOIDAL?

Não diga qual é, testar os conhecimentos de quem vende é muito bom,  mas a norma que rege é americana e a única no mundo que determina uma dose de segurança, é a  Norma Prata (CASRN 7440-22-4) do EPA americano que diz o seguinte: A dose de segurança para a prata coloidal (verdadeira) é de 1 a 25 ml dia de prata coloidal de 15 a 20 ppm para uma pessoa com média de peso de 70kg uma vez ao dia.

Doses abaixo ou acima não tem efeito ou podem acumular dentro de você, seus sistema excretor precisa eliminar a prata e os patógenos que morrem e se for muito não conseguirá.

– EMBALAGEM DE VIDRO OU PET?

Pet deve ser o Pet farmacêutico ou cosmético, senão não pode. O Pet farmacêutico permite que a prata mantenha suas características e ppms por mais tempo guardando na temperatura ambiente. Se for prata coloidal verdadeira pode ficar até em frasco transparente, se for mista ou iônica ai precisa de escuro, porque reage com os raios UV, perde a propriedade elétrica fica preta e decanta.

O frasco de vidro também é muito bom, mas conforme já publicamos no vidro a prata perde as ppms porque o vidro adsorve a prata nas suas paredes, então não é bom para guardar a longo prazo. Lembrando que o que estou explicando é químico, não inventei e nem me disseram, ok?

Se o vendedor se negar a te dar essas informações básicas desconfie, porque quem faz a coisa certa não tem o que esconder, embora possa mentir e até ler esse artigo, não é? Por isso, o teste abaixo:

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AGORA PARA TESTAR?

Infelizmente somente quando você receber, ai pode fazer os seguintes testes, seguindo a risca, use copos ou recipiente transparente.

  • Efeito thyndall: com um laser você precisa ver o feixe de luz atravessando o recipiente. O Efeito Tyndall ocorre quando há a dispersão da luz pelas partículas coloidais. Neste caso, é possível visualizar o trajeto que a luz faz, pois estas partículas dispersam os raios luminosos. Uma solução coloidal ou coloide possui o diâmetro médio de suas partículas dispersas entre 1 e 100 nm.
  • COR: amarela com tons conforme ppm
  • Agora o teste xarada que todo mundo tem medo: Pegue um copo transparente, coloque 30ml de prata coloidal de 20ppm (ppm muito alta não dá certo). Pegue sal de cozinha comum (rosa, negro, marinho, não porque tem outros minerais) porque tem somente cloreto de sódio, puxe com o dedo de 15 a 20 grãos finos e coloque no copo, gire o copo par ao sal de mover no fundo. Se subir uma nevoa branca ou a prata amarela ficar esbranquiçada e não translucida significa que tem prata iônica junto. Se a prata for transparente e iônica pode fazer a nevoa ou ficar preta e decantar.

Isso acontece porque o cloreto do sal se lida ao íon da prata iônica e forma o cloreto de prata que não pode ser ingerido e é tóxico. No seu corpo essa prata encontra os outros cloretos começando no estomago e sofre o mesmo processo. A prata iônica tem menos de 1 nanômetro e passa pela membrana celular, interage com ela e fica lá dentro podendo causar Argyria a longo prazo e até necrose em órgãos.

Se não for a prata coloidal verdadeira, você tem o direito pelo código do consumidor a trocar, devolver e ter seu dinheiro de volta.

Pare de se envenenar.

Também atente ao cobre coloidal que é tóxico a médio e longo prazo. O Bioquímico Kephra avisa isso sempre em seu fórum porque as pessoas insistem em tomar.

Naturals Brazil

TRATANDO COVID COM A PRATA COLOIDAL

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Sempre falamos do uso da prata para prevenção associado a reformo imunológico, porém muita gente perguntando como tratar já estando com Covid.

Primeiro passo é o diagnóstico médico e manter os cuidados que o médico indicar.

Segundo, usar a prata coloidal de 20ppm como coadjuvante associada, também ao reforço imunológico. (Pode usar as ppms altas adaptando a dose para equivaler a de 20ppm).

1º CASO

Pessoas com sintomas como febre, infecções, pneumonia e outros transtornos, devem iniciar com uma dose menor de prata coloidal de 20 ppm e a cada 5 dias ir aumentando para que outros patógenos, que não o vírus, possam ser eliminados primeiro sem causar sobrecarga ao sistema urinário e ao fígado.

Assim, inicie com 5 ml e a cada 5 dias aumente para 10 e depois 15, se a pessoa tiver acima de 71 quilos pode chegar a 20 ml por 30 dias.

2º CASO

Pessoas com poucos sintomas ou assintomáticos, podem iniciar doses de 15 ml ou 20 ml tendo de 60 kg para cima. Pessoas com 100kg podem usar 25 ml dias por 30 dias, não excedendo os 25 ml que é a dose de segurança determinada pelo EPA Americano.

Manter os cuidados médicos.

3º CASO

Pessoas que usam a prata em doses preventivas de 5ml, que são contaminados, geralmente com baixo sintoma ou nenhum, por uma defasagem do sistema imunológico, devem aumentar a dosagem para 15 ml, 20ml ou 25ml conforme 2º caso.

CRIANÇAS

É preciso calcular a dosagem de acordo com o peso seguindo a fórmula (dose de um adulto x 70kg =  y  /   y x o peso da criança = ml a ser ingerido)

NÃO INDICADO

– Mulheres grávidas e mulheres que amamentam, porque a prata acumula no cérebro do bebê e do feto conforme pesquisa com ratinhos que já publicamos.

– Pessoas com cirrose e transtornos graves no fígado, porque não elimina os resíduos dos patógenos mortos com eficácia.

– Pessoas com transtornos graves nos rins, porque não elimina os resíduos dos patógenos mortos com eficácia.

– Pessoas alérgicas a ingestão de prata

– Crianças e bebês em caso de necessidade

Se houver necessidade fazer com acompanhamento médico

No geral é bem simples e eficaz, sempre mantendo os cuidados com higiene de objetos e ambiente usando prata coloidal de 100ppm, uso da máscara, na qual você pode borrifar a prata de 100ppm.

Escolha locais mais vazios para ir, horários que não sejam de pico para os comércios e assim, conseguiremos com consciência sumir com esse vírus e manter distância dos inconscientes e irresponsáveis na medida certa, levando uma rotina saudável física e emocional.

Naturals Brazil

Se desejar comprar ou experimentar (transportadora e entregas no Mesmo dia para SP e Grande SP):

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ou Loja: https://www.naturalsbrazil.com.br/prata-e-ouro

COMPROVAÇÃO QUE A PRATA ATUA SOBRE O COVID PROTEGENDO AS CÉLULAS.

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ATENÇÃO!!!

É pesquisa longa publica na NCBI, Revista Nacional de Ciências Biológicas dos Estados Unidos. O estudo foi financiado pela Agência Japonesa para Pesquisa e Desenvolvimento Médico (AMED), número de concessão: 19fk0108110h0401 e 20he0522001j0001.

Trata da aplicabilidade de nano partículas de prata que são as partículas de 1 a 1000 nanômetros, mostrando claramente que as maiores tem citotoxicidade nas células, porém a de 10nanometros que está dentro da escala coloidal mostrou-se perfeitamente e comprovadamente eficaz.

O Estudo é Longo com muitos termos técnicos, mas é perfeito e vem de encontro aos depoimentos que recebemos.

Um trecho:

“Confirmamos o efeito antiviral dependente do tamanho do PVP-AgNP 10 usando a análise de imunofluorescência realizada no modelo experimental VPrA; A infecção por SARS-CoV-2 foi efetivamente evitada pelo AgNP 10 e não pelo AgNP 100 (Fig. 4 UMA). O ensaio de placa revelou que a prata atingiu a inibição completa de 0,05 MOI, que é um log 10 vezes mais do que o controle do vírus. A inibição parcial foi observada com cargas virais mais altas a partir de 0,5 MOI (Fig. 4B). Para avaliar o papel dos AgNPs na entrada viral, realizamos o ensaio de entrada de pseudovírus baseado em luciferase. O PVP-AgNP 10 inibiu potentemente a entrada do pseudoviral, caracterizada por redução significativa da atividade da luciferase semelhante à do anticorpo neutralizante usado como controle (Fig. 4C).”

“5. Discussão

O Ag (prata) é há muito conhecido pelo seu efeito antimicrobiano e a propriedade antiviral dos AgNPs  (nano partícula de prata) está sendo extensivamente pesquisada com interesse renovado no passado recente [ 1 ]. O mecanismo exato pelo qual os AgNPs exercem seu efeito mortal sobre os vírus ainda é obscuro. No entanto, tem sido observado de forma consistente que AgNPs interagem com as proteínas estruturais na superfície dos vírus extracelulares para inibir a infecção na fase inicial, prevenindo a adesão ou entrada viral, ou danificando as proteínas de superfície para afetar a integridade estrutural dos vírions [ 11 , 12] No estudo atual, obtivemos resultados semelhantes no VPrA, onde AgNPs efetivamente inibe SARS-CoV-2 extracelular para proteger as células-alvo da infecção e o ensaio de entrada de pseudovírus revelou que AgNPs interfere na entrada viral.

Foi demonstrado que os AgNPs se ligam preferencialmente às proteínas de superfície virais ricas em grupos sulfidrila e clivam as ligações dissulfeto para desestabilizar a proteína, afetando assim a infectividade viral [ 11 , 13 ]. Estudos em HIV mostraram que AgNPs se associam às ligações dissulfeto que estão em estreita proximidade com o domínio de ligação de CD4 da proteína de superfície gp120 [ 11 ]. Hati e Bhattacharyya demonstraram a importância das ligações dissulfeto na ligação da proteína spike SARS-CoV-2 com o receptor da enzima conversora de angiotensina-2 (ACE2) e cuja interrupção leva a uma ligação viral prejudicada ao receptor [ 14] Considerando o mecanismo de ação dos AgNPs mostrado por outros autores, pode-se presumir que os AgNPs exercem seu efeito antiviral no SARS-CoV-2 ao romper as ligações dissulfeto na proteína spike e nos receptores ACE2. Outros estudos estão sendo conduzidos para encontrar o mecanismo antiviral de AgNPs no SARS-CoV-2 e elucidá-lo em detalhes posteriormente.

AgNPs também foram reivindicados por possuírem ação antiviral intracelular ao interagir com ácidos nucléicos virais [ 15 ]. Observamos um efeito antiviral parcial no CPrA, pois houve alguma redução na carga viral nas células pré-tratadas com PVP-AgNP 10 . Embora a razão para este efeito não seja conhecida no momento, é possivelmente explicado ser devido à destruição de pontes dissulfeto no receptor ACE2 ou devido a um verdadeiro mecanismo intracelular (lá por inibir a infecção viral em série do vírus recém-produzido a partir de células infectadas a células não infectadas). Além disso, uma vez que o Ag se liga não especificamente a proteínas, seu uso como agentes antivirais também pode causar alguma disfunção celular. Mais estudos são necessários para explicar mais precisamente o efeito holístico do Ag in vivo.

Vários estudos reiteraram o efeito antiviral dependente do tamanho dos AgNPs, com partículas em torno de 10 nm de diâmetro sendo mais eficazes [ 1 ]. Isso tem sido atribuído à maior estabilidade de interação da proteína viral alcançada por partículas de 10 nm que não é capaz por partículas maiores [ 11 ]. “Consistente com isso, também observamos atividade anti -SARS-CoV-2 apenas com AgNPs de diâmetros variando de 2 a 15 nm.(prata coloidal verdadeira) ” Nosso estudo de imunofluorescência corroborou o fenômeno acima, pois observamos que o PVP-AgNP 10 inibiu completamente o SARS-CoV-2, mas o AgNP 100 não.

AgNPs podem ser gerados por vários métodos e podem conter agentes redutores e agentes de capeamento junto com as partículas de metal [ 16 ]. Os AgNPs revestidos ou protegidos são considerados mais vantajosos do que os AgNPs simples, pois o revestimento aumenta a estabilidade, diminui a aglomeração e reduz a citotoxicidade dos AgNPs [ 17 ]. Entre os AgNPs revestidos, as nanopartículas protegidas por PVP são amplamente estudadas para uso biológico. Foi observado que o revestimento de PVP de AgNPs não impede sua atividade antiviral, enquanto outros agentes de revestimento o fazem [ 18 ]. O PVP-AgNP 10 demonstrou possuir excelente atividade antiviral contra vírus com envelope, como RSV e HIV [ 11 , 19 ]. Este foi o motivo para selecionar PVP-AgNP10 para o estudo e demonstramos o efeito antiviral robusto do PVP-AgNP 10 contra SARS-CoV-2.

O efeito antiviral dos AgNPs também depende da concentração. A maioria dos estudos observou a eficácia antiviral dos AgNPs em concentrações que variam entre 10 e 100 ppm [ 1 ]. No entanto, 0,5 ppm de cAg tem se mostrado eficaz na inibição do vírus Influenza e é a menor concentração relatada para mostrar atividade antiviral [ 20 ]. No estudo atual, observamos que os AgNPs nus inibem o SARS-CoV-2 em concentrações que variam entre 1 e 10 ppm e se tornam citotóxicos para células de mamíferos a partir de 20 ppm e acima.

A citotoxicidade de AgNPs para células de mamíferos depende do tipo de célula e também do tipo de AgNPs. Mehrbod et al. observaram citotoxicidade em células Madin-Darby Canine Kidney (MDCK) com partículas de cAg nuas em concentrações superiores a 0,5 ppm [ 20 ]. AgNPs nus com agente redutor NaBH4 foram encontrados para induzir apoptose em células de adenocarcinoma do cólon a 11 ppm, enquanto AgNPs nus estabilizados com citrato exibiram citotoxicidade em concentrações superiores a 30 ppm [ 21 , 22 ]. A este respeito, os AgNPs revestidos de PVP demonstraram ser os menos citotóxicos, sem citotoxicidade demonstrável, mesmo a 50 ppm em células epiteliais basais alveolares humanas [ 19] “Partículas menores têm um maior potencial tóxico devido à maior área de superfície de interação com a proteína ligada “[ 23 ]. Observamos esse efeito, pois o AgNP 2 mostrou citotoxicidade mesmo a 2 ppm, enquanto nenhuma das partículas maiores foi citotóxica nessa concentração. Portanto, deve-se ter cuidado quando o Ag for usado em superfícies biológicas.

Várias formulações ingeríveis e inaláveis ​​de Ag estão sendo comercializadas como cura para COVID-19, que estão disponíveis para compra no balcão. O potencial citotóxico dessas formulações deve ser considerado antes do uso pessoal. Além disso, o Ag é um microbicida de amplo espectro. O uso de Aginadequada pode criar um desequilíbrio na microbiota comensal, levando a consequências imprevistas [ 24 ]. AgNPs podem ser usados ​​em uma variedade de superfícies inanimadas para combater a pandemia de COVID-19 em andamento [ 3 ]. As máscaras revestidas de Ag foram consideradas eficazes na inibição da SARS-CoV-2 e poderiam ser potencialmente eficazes quando aplicadas em filtros de ar de condicionadores de ar e dispositivos médicos [ 25 ]. Foi comprovado que os tecidos de poliéster com incorporação de AgNP inibem a SARS-CoV-2 [ 26] Sanitizantes e desinfetantes à base de Ag também estão sendo usados ​​para desinfecção das mãos e superfícies inanimadas, respectivamente [ 27 ]. No entanto, o efeito dos AgNPs em influenciar a vida microbiana quando liberado no ambiente é desconhecido [ 16 ]. Um protocolo de descarte adequado deve ser desenvolvido para produtos contendo Ag para evitar causar desequilíbrios indesejáveis ​​no padrão microbiano ambiental quando descartados após o uso.

RESUMO

– Confirmado o efeito antiviral dependente do tamanho do PVP-AgNP 10 ou 10 nanometros usando a análise de imunofluorescência realizada no modelo experimental VPrA

– A inibição parcial foi observada com cargas virais mais altas a partir de 0,5 MOI.

No estudo atual, obteve-se resultados semelhantes no VPrA, onde AgNPs efetivamente inibe SARS-CoV-2 extracelular para proteger as células-alvo da infecção e o ensaio de entrada de pseudovírus revelou que AgNPs interfere na entrada viral.

– Foi demonstrado que os AgNPs se ligam preferencialmente às proteínas de superfície virais ricas em grupos sulfidrila e clivam as ligações dissulfeto para desestabilizar a proteína, afetando assim a infectividade viral.

– Estudos em HIV mostraram que AgNPs se associam às ligações dissulfeto que estão em estreita proximidade com o domínio de ligação de CD4 da proteína de superfície gp120.

– Observou-se atividade anti -SARS-CoV-2 apenas com AgNPs de diâmetros variando de 2 a 15 nm.(prata coloidal verdadeira)

– Nosso estudo de imunofluorescência corroborou o fenômeno acima, pois observamos que o PVP-AgNP 10 nanometros inibiu completamente o SARS-CoV-2, mas o AgNP 100 nanometros, não.

–  A AgNP 2 nanomentros ou menor ( prtaa iônica)mostrou citotoxicidade mesmo a 2 ppm, enquanto nenhuma das partículas maiores (10nm a 100nm) foi citotóxica nessa concentração. Portanto, deve-se ter cuidado quando o Ag for usado em superfícies biológicas sendo prata iônica com partículas muito pequenas fora da escala coloidal.

– As máscaras revestidas de Ag foram consideradas eficazes na inibição da SARS-CoV-2 e poderiam ser potencialmente eficazes quando aplicadas em filtros de ar de condicionadores de ar e dispositivos médicos.

Pesquisa original: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7486059/

Produtos: https://www.naturalsbrazil.com.br/prata-coloidal-1-litro

Naturals Brazil

PORQUE A PRATA COLOIDAL VERDADEIRA É AMARELA?

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Segundo os que gostam de inventar e não entendem de química é porque oxida (enferruja).

Na química o tamanho coloidal vai de 1 a 100 nanômetros.

Nanômetro é uma unidade de comprimento equivalente à bilionésima parte de um metro, ou 10-9 m, bem pequena. Para tratamento o coloidal de 1 a 15 nanômetros é o ideal pela sua interação de carga elétrica da partícula com o patógeno.

Esse coloide de uma dispersão coloidal, por exemplo, de 10 nanômetro tem uma área de superfície  de 10 Nanômetro quadrado [nm²] que quando a luz externa incide sobre essa superfície as cores são absorvidas e a luz amarela é refratada.

Em óptica geométrica, o fenômeno da refração que ocorre na  dispersão coloidal é um fenômeno óptico em que a luz é separada em suas diferentes cores quando refratada através de algum meio transparente, assim, vê-se amarelo na dispersão.

Por isso, a prata coloidal verdadeira é amarela sim.  Na invenção pra vender vale tudo, mas na química não.

O tom desse amarelo varia conforme a quantidade de partículas na dispersão ou o que se chama ppm (parte por milhão) que é a quantidade de partícula numa gota da dispersão.

Vai de um amarelo bem clarinho até um tom canela para ppms acima de 100.

Num processo de eletrólise comum com fonte de 33 volts e 0,01ª que é ideal para tratamento raramente se consegue prata acima de 120ppm, ainda mais usando água destilada.

Assim, preste atenção no que determina a química dos coloidais.

Naturals Brazil

Imagem: Prata de 30ppm

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Conhecimento é tudo!!

PRATA IÔNICA X PRATA METÁLICA (Coloidal Verdadeira)

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LEIA COM ATENÇÃO E PARE DE USAR PRATA IÔNICA TRANSPARENTE!
Ionic vs. Prata coloidal metálicaCopyright © 2012, 2013, 2014 cgcsforum.org

A controvérsia:
Há muito debate sobre a superioridade de um tipo de prata coloidal sobre o outro. Os fabricantes que vendem prata iônica (transparente como água) dizem que é melhor do que as nanopartículas metálicas (amarelo transparente). Os fabricantes de prata metálica afirmam que o deles é o melhor. Na verdade, iônico não é prata coloidal, mas um composto de prata (óxido de prata), mas mata patógenos.
Testes de laboratório in vitro (em tubos de ensaio ou placas de Petri) mostram que ambos os tipos matam os patógenos, exigindo cerca de duas vezes mais prata (por ppm) para os metálicos, mas os iônicos são 25 vezes mais tóxicos para as células fibroblásticas humanas.
No entanto, o método real de ação não é totalmente compreendido para nenhum dos tipos. Além disso, in vitro não significa teste in vivo. As condições dentro do corpo humano são totalmente diferentes das de um tubo de ensaio. Por exemplo, as membranas celulares humanas são carregadas negativamente e atraem os íons de prata carregados positivamente, mas repelem as partículas de prata metálica. Isso desperdiçaria a prata iônica ao ligá-la a qualquer célula, impedindo-a de atacar os patógenos na corrente sanguínea, enquanto mantém a prata metálica em circulação.

RISCO CONHECIDO DE ARGYRIA
Porém, uma coisa é clara. A prata iônica (transparente) tem muito mais probabilidade de causar argyria do que a metálica. Todo estudo científico apoia esta afirmação. A razão disso é pela mesma razão que os fabricantes de iônicos afirmam que não.
A prata iônica transparente é produzida pela passagem de corrente por fios de prata na água. Isso pode criar uma e apenas uma coisa: hidróxido de prata que se decompõe em óxido de prata.


Quando consumido, o óxido de prata reage quimicamente com o ácido do estômago, produzindo cloreto de prata. Esta prata, sendo iônica, é o menor tamanho de partícula possível. Tem o tamanho de um único átomo de prata e é pequeno o suficiente para penetrar nas células humanas. Pessoas que dizem que isso é o mais seguro afirmam que, por causa de seu pequeno tamanho, ele não pode ficar preso nas células. No entanto, o erro nesse argumento é que ele não permanece iônico. Uma vez dentro da célula, ele vai reagir com enxofre ou selênio na célula e produzir sulfeto de prata, ou seleneto de prata. Esses compostos não são solúveis e aderem ao interior da célula. Isso é bem conhecido por biópsias de vítimas de argyria feitas com um microscópio eletrônico de varredura, que mostram que a descoloração é precipitada por seleneto de prata insolúvel e sulfeto de prata que agora está preso na célula. Portanto, a falácia da afirmação é que os íons não permanecem íons, eles se precipitam do fluido celular e tendem a aumentar de tamanho à medida que mais prata é absorvida pela célula.


Partículas metálicas de prata (coloidal verdadeira), com carga superficial semelhante às células normais saudáveis, não são atraídas para o exterior da membrana celular e são muito grandes (dispersão coloidal) para entrar nas células, sendo cerca de 45 vezes maiores que um íon de prata; portanto, as chances de ficar azul com isso são muito menores.


As membranas celulares destinam-se a transportar os íons necessários para dentro da célula e manter as partículas grandes fora. A superfície externa carregada negativamente das membranas celulares captura prata iônica por causa da atração eletrostática entre o íon de prata carregado positivamente e a membrana celular carregada negativamente. Não há atração eletrostática entre as nano partículas de prata metálica e as membranas celulares.


Está bem documentado em testes de laboratório que o tamanho das partículas de metal é importante em sua capacidade de inibir culturas de patógenos. Essa relação se deve ao número de partículas disponíveis para um determinado peso de prata, como será mostrado mais adiante neste artigo.
Uma coisa que deveria ser óbvia sobre a eficácia das partículas de prata é que elas precisam ter contato com o patógeno para matá-lo. Uma partícula de prata em uma parte do corpo não terá nenhum efeito sobre um patógeno em outra parte. As ações que um átomo de qualquer coisa pode fazer são limitadas, e presumindo que não haja reações nucleares:


A) Não pode convocar um patógeno, ou de qualquer forma atraí-lo para si mesmo, exceto em distâncias atômicas, ou ser atraído por um patógeno de uma distância maior. Deve estar perto o suficiente para trocar elétrons. Isso implica encontros aleatórios, então mais partículas dão uma chance maior de um patógeno e uma partícula de prata se encontrarem.
B) Ele pode doar um elétron para outra coisa se for um átomo neutro que converteria o átomo de metal em um íon.
C) Pode tirar um elétron de outra coisa se for um íon que converteria o íon em um átomo.
D) Pode aderir a outra coisa por adsorção.
E) Pode bater em algo que confere força e momentum. Este é um método de ação improvável.
Sendo esse o caso, então seria de se esperar que a prata iônica vencesse a metálica, já que o mesmo peso da prata iônica contém muito mais partículas individuais do que as nano partículas de prata. No entanto, este não é o caso.


DIFERENÇAS FÍSICAS
Uma grande diferença entre uma nano partícula de prata e um íon de prata é sua carga efetiva (potencial Zeta). Um íon de prata carrega uma carga positiva porque está faltando um elétron. Uma nano partícula de metal prateado parece carregada negativamente por causa dos elétrons da superfície externa. Isso faz com que as nano partículas de prata se atraiam fortemente para patógenos com carga relativamente positiva, enquanto os íons de prata se atraem para células humanas saudáveis com carga negativa.


Um íon de prata é um único átomo, enquanto uma nano partícula de metal contém muitos átomos. O número de átomos em uma nano partícula pode ser estimado com base na proporção de empacotamento de esferas e o diâmetro da partícula. Pense em encher um balde com bolas de golfe. Mesmo que o balde esteja cheio de bolas de golfe, você ainda pode colocar uma quantidade considerável de água no balde. O volume das bolas de golfe em relação ao volume do balde é a relação de embalagem. O diâmetro de um único íon de prata é de 0,33 nm (nanômetros, ou bilionésimos de metro) em comparação com uma partícula de metal de 15 nm. A partícula é cerca de 45 vezes maior em diâmetro que o íon. A melhor taxa de empacotamento possível para pequenas esferas empacotadas em um volume maior é de cerca de 74%.
Portanto, podemos calcular o número de átomos em uma nano partícula de 15 nm de diâmetro seria (15 nm / 0,310 nm) ^ 3 X 0,74 = 83.800 (aproximado) e para uma partícula de 14 nm o número de átomos seria aproximadamente 68.160.


Então, um A solução de prata iônica de 20 ppm deve conter 68.000 vezes mais partículas individuais do que a prata coloidal metálica amarela para a mesma quantidade de prata por peso. (mesmo ppm)
Como existem muito mais partículas iônicas, seria de se esperar que a eficácia da prata iônica fosse 68.000 vezes melhor. Mas isso não! De acordo com testes de laboratório, iônico é apenas ligeiramente melhor e apenas em certas circunstâncias. Na verdade, são necessárias 68.000 partículas iônicas para corresponder à eficácia de apenas 29 partículas de 15 nm de diâmetro.


Então, quais seriam as possíveis explicações para essa discrepância?
Possíveis causas para a prata metálica superar o desempenho do iônico in vivo:


A) A prata iônica não tem efeito algum sobre os patógenos, e o efeito que é visto é devido a alguma quantidade de nano partículas metálicas presentes. Existem muitos agentes na corrente sanguínea humana que podem reduzir os íons de prata a nano partículas de metal. A glicose, por exemplo, é muito boa para esse fim e se encontra no sangue. A quantidade normal de glicose no sangue de um ser humano é de cerca de 1 grama por litro. Isso é muito mais do que suficiente para reduzir toda a prata iônica a nano partículas metálica, embora a reação seja lenta na temperatura corporal e uma grande parte dos íons de prata já possa estar sequestrado dentro das células normais (causa da argyria). Isso não contradiz os testes de laboratório de prata iônica em bactérias, pois os testes de laboratório mostram que o exsudato das bactérias também é um agente redutor, apontando novamente para as partículas de prata como o agente ativo.


B) A prata iônica é apenas ligeiramente eficaz, mas o grande número de partículas compensa. (Mas por quê ?, ele pode matar um patógeno ou não)


C) Partículas metálicas de prata, embora em menor número, podem matar vários patógenos antes de serem usados. Isso parece provável, pois há muitos átomos de prata na superfície da partícula disponíveis para interagir com um patógeno. Remover um ou desativar um deixa muitos mais.


D) A prata iônica é desativada pela reação com compostos de selênio e enxofre no sangue. Isso é conhecido e é química simples.


E) Reduzir quimicamente algo sobre ou em um patógeno (o átomo de prata fornece um elétron) é mais eficaz em matá-lo do que oxidar algo (o íon de prata recebe um elétron). Também pode ser que o tamanho de uma partícula de metal prata seja capaz de bloquear uma via respiratória do patógeno, ou pode bloquear um sítio receptor de superfície. Foi demonstrado que a prata metálica se liga aos locais dos receptores do vírus HIV, bloqueando sua capacidade de infectar outras células.


F) A maioria dos íons de prata são sequestrados ao serem ingeridos por células saudáveis e não têm a oportunidade de matar nenhum patógeno. As membranas celulares atraem e ingerem íons metálicos necessários para sobreviver (principalmente sódio e potássio), a maioria dos íons de prata será capturada por células normais saudáveis e tornada inútil no combate a patógenos que viajam no sistema sanguíneo e linfático. Isso é muito provável. Além disso, a química do sangue é um agente redutor da prata (alto nível de glicose no sangue), portanto a prata iônica não pode existir por muito tempo em um ambiente sanguíneo.
Considerações sobre o tamanho de partícula:


Dobrar o tamanho das partículas diminui a contagem de partículas para o mesmo peso de prata por um fator de 8, mas aumenta a área de superfície das partículas individuais por apenas um fator de quatro. Portanto, a duplicação do tamanho das partículas reduz pela metade a área de superfície efetiva. Inversamente, reduzir pela metade o tamanho da partícula dobra a área total da superfície. Mas o número de partículas também é importante, portanto, pensar puramente em termos da área da superfície de uma partícula individual não é a melhor maneira de analisar o problema. Talvez devêssemos comparar a quantidade total de átomos neutros expostos para cada tamanho de partícula.


Podemos realmente calcular quantos átomos existem em uma partícula, quantos átomos estariam na superfície e quantos estariam disponíveis para interação.


Quantas partículas existem em 1 litro de 20 ppm de prata com 14 nm de diâmetro?
1 litro de prata coloidal de 20 ppm contém 20 mg de prata pura.20 mg de prata pura é 1,87 x 10 -4 moles1 mol de qualquer elemento contém 6 x 10 23 átomos1,87 x 10 -4 moles de prata é então 1,12 x 10 20 átomosO número de átomos em uma esfera de 14 nm com base em a. Raio de 31 nm do átomo, razão de empacotamento de 74% é 68.100A partir disso, podemos calcular o número de partículas de 14
nm no litro como 1,64 X 10 15 Os números são baseados em um raio de ligação atômica de 0,144 nm para um átomo de prata.
AgNp significa nanopartícula de prata.

Tamanho da partícula—– # Átomos ——- % Superfície de Prata10 nm AgNp 24,8 K 13%14 nm AgNp 68,1K 9,2%20 nm AgNp 198,7 mil 6,5%


Na tabela, pode-se ver que o aumento do tamanho das partículas não apenas diminui o número de partículas para uma determinada quantidade de prata, mas também diminui o número de átomos de prata expostos. Por exemplo, apenas dobrar o tamanho da partícula de 10 nm para 20 nm diminui o número de partículas por um fator de oito. É de se admirar que partículas metálicas menores funcionem melhor? Muitas fontes afirmam que partículas menores são mais eficazes porque têm mais área de superfície. Isso não é lógico se uma partícula pode matar um patógeno, como foi mostrado com fotomicrografias. Este autor acredita que a verdadeira razão é simplesmente que partículas menores significam que há mais delas para um determinado peso (ppm) de prata. Mais partículas equivalem a uma chance maior de que uma partícula de prata encontre um patógeno e o mate.

Conclusão:
Em uma base de contagem de partículas um para um, a prata metálica é muito mais eficiente em matar patógenos do que a prata iônica com muito menos risco de causar Argyria. Além disso, o tamanho das partículas de prata metálica é muito importante, pois determina quantas partículas estão disponíveis para matar os patógenos. Com base nas descobertas da pesquisa científica, não há benefício em consumir prata iônica e, na verdade, é prejudicial, pois exibe toxicidade significativa para as células normais. A prata metálica (prata coloidal amarela) é eficaz contra a maioria das bactérias e vírus e não causa argyria.

Texto do Bíoquímico Kephra

PRATA COLOIDAL E COVID

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Vamos aprender mais?

– Prata coloidal é água mineralizada com propriedades terapêuticas e suplementares.

– Existem várias formas de fazer prata, mas existe método  que inclui, água destilada, uma fonte de 33 volts e 0,01A, Eletrodo de Prata 1000 de qualidade, redutor de prata iônica e o método.

– A prata coloidal verdadeira ou Nano partícula de prata está na classe coloidal que vai de 1 a 100 nanômetros e é nano partícula porque está na escala de 1 a 1000 nanômetros.

– Para ser o coloidal correto precisa ser uma dispersão coloidal, com partículas de entre 1 e 40 nanômetros que se consegue com a baixa amperagem, isso para cuidados com a saúde.

– Não pode conter prata iônica de carga negativa, é transparente  e que perde íon, é que embora possa ser ingerida em curto prazo, pode deixar manchas na pele ou colorações azul e cinza, além do risco de necrose nos órgãos onde ela ficar retida por ter carga negativa e por ter menos de 1 nanômetro, de modo que passa a membrana celular e lá fica, podendo atingir o núcleo e causar problemas genéticos. Essa é transparente e chamada de solução coloidal, embora esteja fora da escala de tamanho coloidal

– A prata coloidal correta é amarela, porque os coloides tem um tamanho onde a luz quando reflete nele, é absorvida e a amarela é refratada, por isso você vê a cor amarela. Esse amarelo varia de tom conforme a concentração de partículas na água. Mesmo amarela pode conter prata iônica e existe um teste eficaz para saber. (Pegue 30 ml da prata de 20ppm e coloque num copo transparente, pegue o cloreto de sódio comum, sal de cozinha  e somente desse tipo, separe uns 15 a 20 grãos finos e coloque no copo, gire o copo levemente e veja se surge uma névoa branca. Se surgir é a cloreto de sódio reagindo com a prata iônica formando cloreto de prata, assim, está se envenenando).

– A dispersão de prata coloidal correta, tem carga positiva, é alcalina, amarela e entra e sai do seu organismo sem ficar retida com risco zero de te fazer mal. Seus órgãos excretores conseguem eliminar a prata usando as doses recomendadas pelo EPA.

– A solução coloidal ou prata iônica fica retida em alguma porcentagem por conta da carga elétrica e sua interação com os tecidos.

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VÍRUS, FUNGOS E BACTÉRIAS.

Sabendo disso, uma informação importante é:

– Prata mata bactéria e fungos induzindo-os a autofagia. Como?

A carga elétrica estimula ambos a abrir a membrana para se alimentar, pois como não é alimento, e sim um metal, a bactéria e fungo recebem tanto estímulo que abre a membrana até morrer.

– Se houver muita bactéria, a quantidade de toxina eliminada por ela pode causar uma reação alérgica chama Jarish Herxheimer que as pessoas pensam ser alergia a prata, mas não é, por isso, precisa de uma boa alimentação e muita água durante o uso em caso de infecções, sempre iniciando com uma dose baixa.

– Já o vírus, esse a prata não mata, porque ele é um pedaço de DNA ou RNA, ácido ribonucleico, que para se multiplicar entra na célula substitui o DNA da célula e se multiplica, matando-a. Nesse caso, a prata atua de forma diferente. O tamanho coloidal da prata verdadeira tem uma voltagem igual a do vírus e interage com ele, colando nele e impedindo que este entre na célula e se multiplique.

Da mesma forma o coloide de prata verdadeira protege a célula e é ai que entra seu sistema imunológico. Enquanto a prata faz a contenção do vírus, você deve turbinar seu sistema imunológico com uma suplementação completa, uma alimentação colorida e rica de nutrientes, muita água, respiração e dar um tchau par ao stress, pois se lembre, você morrer a causa do stress fica ai  atormentando outro.

Assim, a prata atua sobre o covid como preventivo ficando na sua corrente sanguínea. Se você tiver um bom sistema imunológico, mal vai sentir se estiver com o sistema imunológico ruim, pode pegar o corona, porém com menos gravidade. Em caso de suspeita procure atendimento e orientação, continue com a prata, pois ela não interfere na medicação.

Não deve tomar prata, mulher gravida e amamentado, porque há pesquisas que mostram que a prata acumula no bebê. Pessoas com problemas renais e problemas graves no fígado, pois não conseguem excretar a prata de forma eficaz.

Sempre pergunte antes de comprar ou leia o máximo que puder. O uso consciente vai te beneficiar. Busque fontes seguras, coerentes e que te mostrem o que afirmam. É muito bonitinho vender, mas vender prata iônica sem comunicar e explicar tudo isso é o que mesmo?

Previna-se do Corona, cuidando da sua saúde e usando Prata na desinfecção de objetos, alimentos, máscaras, sapatos, carro e muito mais.

COMO TOMAR PARA PREVINIR?

Não esquecendo os cuidados com suplementação, alimentação e eliminação do stress, se você tem em média 70 kg, pode usar de 5ml dia constantemente. Se tem acima de 80 pode usar 10ml e se tem mais 15ml. Crianças, só se for necessário, pois não há estudos sobre. Use pela manhã em jejum quando seu estomago não estiver muito ácido, se sentir desconforto, tome 3 horas depois do café e aguarde 30 minutos para almoçar.

Qualquer dúvida pode chamar no Whatsapp ( 11 98624-1390) com seu nome, perguntas e se comprou com o número do pedido. Sempre se identifique, pois não temos videntes no atendimento, ok? Rsrsrsrsrs.

Grata

Naturals Brazil

Não substitua o tratamento médico por qualquer recurso, procure cuidados em caso de suspeita, é muito importante.

EFICÁCIA DE UM GEL COLOIDAL DE PRATA CONTRA BACTÉRIAS ORAIS SELECIONADAS IN VITRO

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E ainda a quem discuta, mediante pesquisas e mais pesquisas, ensaios e mais ensaios dentro de um laboratório, documentado, numa das maiores bibliotecas de ciências biológicas do mundo que a PRATA COLOIDAL não funciona.


Mas vamos tocar mais uma prova disso?


FUNDAMENTO

É necessário o desenvolvimento de novas estratégias de proteção contra bactérias como S treptococcus mutans , S treptococcus sanguis e Streptococcus salivarius , que contribuem para a cárie dentária e formação de placa. Nosso estudo atual investigou a eficácia de um gel de prata coloidal na inibição da formação de biofilme por essas principais bactérias orais , in vitro . O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia de uma formulação de gel de prata coloidal na inibição da formação de biofilme bacteriano (Ag-gel) pelas principais bactérias causadoras de formação de placa e cárie dentária.


MÉTODOS

O efeito de Ag-gel sobre a viabilidade de S. mutans , S. sanguis , e S. salivarius foi avaliada por quantificação de suas unidades formadoras de colónias (CFU) em presença ou ausência do gel de teste. O efeito dessa formulação na capacidade de formação de biofilme dessas bactérias foi estudado por meio de microscopia eletrônica de varredura.
RESULTADOSUsando os ensaios de CFU, mais de 6 logs de inibição (100%) foram encontrados para S. mutans , S. sanguis e S. salivarius para as bactérias tratadas com Ag-gel quando comparadas com o gel de controle. Além disso, o Ag-gel (GEL DE PRATACOLOIDAL) também inibiu a formação de biofilme por essas três bactérias misturadas. Esses resultados foram confirmados por microscopia eletrônica de varredura.


CONCLUSÕES

O Ag-gel foi eficaz na prevenção da formação de biofilme por S. mutans, S. sanguis e S. salivarius . Este Ag-gel deve ser testado quanto à capacidade de bloquear a formação de placa na boca, por meio de seu uso como pasta de dente adequada ou ” prata líquida 100ppm, pois para eliminar restos de alimentos é necessário uma boa escova macia e uma boa escovação, algo que a prata não fará por você.”
Use o seu creme dental e a prata concomitantemente se preferir, não há nenhum problema.


PESQUISA DETALHADA EM INGLÊShttps://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6468711/

Você pode usar o tradutor nativo do Chrome para ler.
Ainda duvida?

COMPRAR

Se quiser conhecer a prata acesse:

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MOLUSCO CONTAGIOSO E A PRATA COLOIDAL

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Você sabia que o Gel com Prata Coloidal, A Prata Coloidal 100ppm e o sabonete, juntos eliminam o Molusco Contagioso?


Sim, exatamente isso!


Molusco contagioso é uma doença viral da pele causada por um poxvírus, o maior vírus já encontrado, que mede cerca de 300 nm. É muito comum em crianças do que em adultos, que também podem ser contaminados.


A doença é transmitida pelo contato direto com portadores da doença. O molusco contagioso também pode ser transmitido por via sexual, e nesses casos as lesões costumam aparecer na região genital ou anal.


É uma doença dermatológica causada pelo Molluscum contagiosum. Caracteriza-se por bolhas rosadas ou brancas pela pele em qualquer parte do corpo e podem coçar muito.


O vírus do molusco (molluscum contagiosum vírus), como foi dito, é um Poxvirus, parente do vírus da varíola. É o maior (300 nanômetros) e mais complexo vírus que infecta o ser humano. O vírus do molusco é de DNA bicatenar (dupla hélice), que se multiplica no citoplasma usando as suas próprias enzimas de replicação de ácidos nucleicos, utilizando apenas os ribossomas e o restante da maquinaria de síntese proteica da célula hospedeira. A sua área de replicação no citoplasma é visível ao microscópio óptico.


As lesões contenham milhões de partículas de vírus, a taxa de infectividade é pequena, porém real e rápida. Nos pacientes imunodeprimidos (pessoas que têm uma diminuição das defesas do corpo), especialmente pessoas infectadas pelo HIV, as lesões podem ser disseminadas por todo o corpo, com grandes dimensões, acometendo intensamente a face, e em muitos casos são refratárias aos tratamentos.
O diagnóstico é por recolha de amostras do tumor, lesões, e observação microscópica. As células têm inclusões típicas.


O tratamento não é realmente necessário porque não há cura por medicação, porém deixa a área afetada com um aspecto muito desagradável ao paciente e se ele quiser podem ser removidas por pequenas cirurgias como curetagem, congelando com nitrogênio líquido ou com laser.


O tratamento geralmente é fácil e rápido, mas pode deixar irritação, doer muito e deixar cicatriz no local.


Um tratamento alternativo pode ser feito utilizando-se pomadas de podofilotoxina(0,5%), cremes e sabonetes à base de calêndula, iodeto ou ácido salicílico à critério médico ou tratamento alternativo com óleo essencial, porém não há certeza que durante o período não haja reaparecimento do molusco, além de ser extremamente demorado.
A Prata Coloidal em Gel 100 ppm, Spray 100 ppm e Sabonete com prata são extremamente eficientes nesses casos, pois ao ser usado sobre as lesões, as partículas de prata ficam presas na pele e também penetram nas lesões atuando como no caso de todas as viroses, inibindo a reprodução do vírus, protegendo as células evitando a re contaminação. Onde o vírus não pode se reproduzir, ele acaba sendo exterminado e eliminado pelo próprio organismo que deve ser tratado durante o processo para que a imunidade seja aumentada.
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COMO USAR


Como se sabe e comprovado pela Unicamp, a nanopartícula de prata inibe a reprodução de vírus.Assim criamos um kit especial para cuidar do molusco contagioso em tratamento coadjuvante ao do medicamentoso, pois, sabe-se que a presença de vírus é sinal de sistema imunológico baixo e precisa de cuidados para melhorar. Nesse caso não precisa ingerir a prata, mas cuidar do sistema imunológico porque o vírus do molusco é próprio da pele, é infeccioso, porque é transmitido facilmente.

Nesse Kit Especial composto de gel pote 250 gr, sabonete com prata para lavar a região contaminada, spray de prata coloidal 250 ml 100 ppm para higiene das roupas usadas após lavadas e pele antes do gel, pois se você não cuidar das roupas, pode haver contaminação cruzada e re-infectar suas sua pele. As pústulas da pele contém vírus no líquido. Assim, turbinando o sistema imunológico com orientação médica ou farmacêutica e usando o kit você terá ótimos resultados.

COMO USAR:

Use o sabonete no banho nas áreas afetas durante o banho, uma vez ao diaUse o gel no local 4 vezes ao dia.

Use o Spray antes do Gel na área afetada. Borrife nas roupas que entram em contato com a pele depois de lavadas, horas antes de usar.

IMPORTANTE: O tempo para melhora depende do grau da infestação, se você usar corretamente e tratar seu sistema imunológico, pois quem elimina o vírus são suas células de defesa.


ADQUIRIR
https://www.naturalsbrazil.com.br/product-page/kit-para-molusco-contagioso-naturals-brazil


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EMBALAGENS COM LAUDO E ESTERILIZADAS

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Uma perguntinha à você que compra prata coloidal em frasco Pet, Pet Branco ou Vidro âmbar, seu vendedor tem laudo de qualidade e fabricação das embalagens?

Sabe por que é importante?

Porque o Pet Farmacêutico, Pet Cosmético e Pet Alimentício, precisam ser de um plástico polímero adequado para suportar produtos químicos e alimentos, ele é chamado POLIETILENO TEREFTALATO 100%, mesmo exposto ao calor ou frio tem grande resistência, sabia?Já os copinhos medida, as seringas são de um plástico chamado PP Randon, também resistentes a químicos.

Se não sabia, então fique atento às embalagens, que também devem ser limpas e esterilizadas para serem usadas, pois podem estar contaminadas pelo manuseio e o transporte da fabrica ao distribuir e para o vendedor.

Nós as lavamos e desinfetamos com a própria prata, cujo tempo de contato com a embalagem deve ser no mínimo 30 minutos, isso garante à você qualidade e durabilidade do conteúdo.

Veja na imagem um exemplo do Laudo da embalagem, para saber o que te será mostrado, pois papel, office e rede social aceita qualquer palavra.

PRATA COLOIDAL E INFECÇÃO URINÁRIA DE RECORRÊNCIA

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Quem já nos acompanha sabe das propriedades terapêuticas das nanopartículas coloidais de prata com relação a bactérias e fungos e como controla vírus, o que já é comprovado pela Unicamp.
Muitos casos estão aparecendo com infecção urinária de recorrência, tanto homens quanto mulheres, por diversas bactérias, principalmente Staphylococcus e E.Choli, bactérias comuns em nosso organismo, mas que quando migram para áreas que não são seu habitat, acabam por se tornar superbactérias. Também muitos casos de candidíase vaginal e intestinal, às vezes associadas com bactérias.
Ai vem a pergunta:

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PRATA COLOIDAL TRATA ESSE TIPO DE INFECÇÃO?

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Sim, trata!

Mas é preciso atentar para os seguintes fatores, pois sem isso, nada funcionará, nem prata e nem antibióticos e nem especialista.


1) Procurar um médico e fazer exame de Urina com cultura e antibiograma para determinar qual o patógeno e qual a medicação correta.
2) Pode sim tomar a prata concomitantemente com o antibiótico, pois o tratamento médico, dependendo do caso, não pode ser descartado, para que não se agrave.
3) Descobrir a causa dessa recorrência, pois o nome já diz que há algum fator recorrente que provoca, entre eles:

– Medicação para diabetes, antibióticos, corticoides.

– Alimentação recorrente que acidifica a urina, em excesso.

– Hábitos de higiene errados, principalmente limpeza ao defecar, onde se deve lavar ou usar lenços umedecidos, limpando da frente para traz, para não entrar em contato com a vagina e a uretra.

– Contaminação cruzada de roupas intima.- Relação sexual excessiva ou posições onde há toque peniano na bexiga da mulher.

– Sexo oral (Uma saliva saudável é aquela que apresenta um pH entre 6,8 e 7,2, que ainda é considerado como neutro, algumas pessoas podem ter ela muito ácida ou até bactérias na boca decorrente de pontos como cáries excessivas, focos infecciosos)

– Relação sexual com bexiga cheia.- Uso exagerado de antibióticos sem orientação médica, tornando a infecção resistente.

– Protelação de tratamento usando paliativos que nada resolvem ou fazem a bactéria ficar resistente.

– Esperar solução dívida ou energética somente.- Falta de ingestão de água ou usar água com PH abaixo de 7.

– Excesso de ácido úrico.- Cálculos renais.- Stress.- Condição física acamada ou falta de movimento em casos de paraplegia.
Essas são as causas mais comuns entre mulheres e homens.


4) Após descobrir a causa e iniciar o tratamento, eliminando essa causa ou mudando os hábitos.

5) Mudar para uma alimentação equilibrada entre ácido e alcalino.

6) Ingerir de 2 a 3 litros de água dia.

7) Evitar segurar a urina.

8) Se desejar, use sucos ou chás Detox que limpem seu sangue e seu organismo de radicais livres e toxinas.

9) Fortaleça seu organismo (sistema imunológico).

10) Dica: Usar Cramberry em capsulas para proteger as vias urinárias.

11) Uso de privada sem higiene.


Como você vê é uma condição, onde a chamada infecção urinária de recorrência não é uma doença, é um grito de alerta que tem algo muito errado acontecendo no seu organismo e só você pode mudar isso.
Se você não se ajuda, pode tomar o melhor antibiótico do mundo, passar no melhor especialista ou ingerir litros de prata coloidal que nada resolverá seu problema, ele volta, porque os hábitos que o causam são recorrentes.
Assim, fica a orientação sobre a prata coloidal


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COMO USAR A PRATA COLOIDAL EM INFECÇÃO URINÁRIA DE RECORRÊNCIA

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Também para casos de candidíase (fungos são sinal de sistema imunológico baixo)


Segundo a norma Silver CARSRN – 7440-22-4, para com uma pessoa com média de peso de 70 kg, a dose adequada é de 1 a 25ml dia de prata coloidal verdadeira (não iônica), de 15 a 20ppm.


Com base nessa norma que é a única que dá determinação de dosagem da prata coloidal verdadeira para que não haja efeitos colaterais e nem Argyria por excesso, a dose ideal seria:
15ml de Prata Coloidal Verdadeira dia de 30 a 90 dias.

Por que uma vez ao dia? Porque a Prata Coloidal leva até 5 dias para ser eliminada de seu organismo, não havendo a necessidade de fracionar no organismo humano.

O que determina o tempo de tratamento é a sua mudança de hábitos, descobrir a causa e o tempo de vida do patógeno no seu organismo, por isso, é importante um diagnóstico efetivo.


Para pessoa com mesmo de 60 kg ou mais de 80, é bom calcular a dose usando o seguinte fator: 0,21 vezes o peso da pessoa, será o ml a ser tomado de prata de 20ppm.

Mas, lembre-se, se você não faz direito e não muda seus hábitos, nada adianta, será sempre um paliativo.


***Em caso de infecção por BIOFILM, que são um aglomerado de bactérias gram positivas, gram negativas e fungos, todos juntos protegidos por um film produzido por elas, necessitara do acompanhamento de um infectologista ou urologista especializado, pelo alto grau de resistência dos patógenos.
Esperamos que não tenha ficado dúvidas e que você fique mais consciente de sua condição.
Naturals Brazil

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PESQUISA SOBRE INFECÇÃO HOSPITALAR E A EFICÁCIA DA PRATA

Postado em

PESQUISA


Novos filmes híbridos para ajudar no combate à infecção hospitalar
Advinha que é a estrela dessa pesquisa? A prata e que venham mais pesquisas para dar fim na politicagem em cima da prata em todas as suas formas, inclusive a coloidal.
s professores doutores Hidetake Imasato e Ubirajara Pereira Rodrigues Filho do Grupo de Química de Materiais Híbridos e Inorgânicos (GQMATHI), do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, visam ao desenvolvimento de novos revestimentos antimicrobianos baseados no efeito do manto ácido e/ou na liberação controlada de prata.
Infecções hospitalares são um problema de saúde pública mundial e têm se tornado ainda mais preocupantes com o aparecimento de bactérias resistentes aos antibióticos. Assim, muitos grupos de pesquisa e empresas ao redor do globo enveredam esforços no sentido da procura de novos materiais e compostos com ação antimicrobiana e em especial com atividade universal com mecanismo de ação abrangente aplicável a todos os patógenos. Dentre os sistemas promissores estão as nanopartículas de prata e sistemas que mimetizam o efeito do manto ácido da pele humana. ……
Continue lendo:http://www5.iqsc.usp.br/2018/pesquisa-novos-filmes-hibridos-para-ajudar-no-combate-a-infeccao-hospitalar/

Pesquisa Tese de doutorado de : https://www.linkedin.com/posts/lidianepatriciagoncalves_pesquisa-novos-filmes-h%C3%ADbridos-para-ajudar-activity-6698981843062071296-Se-P/

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NANOPARTÍCULAS DE PRATA E AGORA COM A SILICA ELIMINAM O COVID EM 2 MINUTOS

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E DE NOVO: NANOPARTÍCULAS DE PRATA ELIMINAM O COVID EM 2 MINUTOS

Vê se compra sua prata de 100ppm e use nas suas roupas ao sair de casa e ir para a rua, use nas máscaras e objetos. Está esperando o que?

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Conteúdo publicado em 11/08/2020


Tecido conseguiu inativar 99,9% de partículas virais dois minutos após o contato
Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com uma empresa de tecnologia, desenvolveu um tecido com propriedades antivirais capaz de eliminar o agente causador da Covid-19. O material, formado por micropartículas de sílica impregnada com prata, elimina o vírus em dois minutos. O tecido já está sendo utilizado para a fabricação de roupas e, em especial, Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) para profissionais da saúde.


Mas se engana quem pensa que a tecnologia surgiu com a pandemia. O professor do Departamento de Química da UFSCar Elson Longo conta que as pesquisas tiveram início há 14 anos, durante a orientação de doutorado de um dos proprietários da empresa que fabrica o tecido. “A intenção era produzir um composto para eliminar fungos e bactérias e colocá-lo em tecidos. Quando o coronavírus chegou, a tecnologia já estava desenvolvida para eliminar vírus e superbactérias”, conta.


Longo explica que o vírus morre devido a um processo de oxidação. É como se o tecido tivesse mecanismos que conseguem queimar as bactérias, fungos e vírus. “Quando se tem um machucado, ali há uma inflamação. Jogamos água oxigenada e ali você está oxidando as bactérias. Quando se fecha a ferida, ela está isenta de bactérias foram eliminadas por oxidação. É isso o que o tecido faz”.


O professor detalha que, geralmente, a Química Orgânica é usada em processos de eliminação de fungos e bactérias. Mas a equipe procurou outro caminho, o da Química Inorgânica, aliada aos semicondutores. “Com a sílica e a prata metálica, ocorre um efeito plasmônico da prata. O fenômeno pode pegar elétrons ou dar elétrons com facilidade. Vimos que os semicondutores tinham grande capacidade de decompor a molécula da água, formando um radical hidróxido e um próton. Do outro lado, fica um elétron para oxigênio, que forma um íon peróxido, que pega este próton formando um radical peróxido. Este radical peróxido e o hidróxido oxidam a bactéria, o fungo”.


O tecido tem durabilidade de dois anos, aguenta pressão e altas temperaturas. A ação antiviral resiste de 30 a 35 lavagens. O custo de produção do tecido especial é 5% maior em relação ao comum.
Sobre a inovação e o avanço no combate à Covid-19, o professor acredita que, cada vez mais, a pesquisa traz as soluções para a sociedade. “O método que desenvolveu a tecnologia é totalmente novo na literatura. A pesquisa foi desenvolvida para que, no futuro, tivéssemos elementos de proteção. Se hoje já possuíssemos roupas com sistema antibactérias, estaríamos mais protegidos e a pandemia não nos custaria tanto. Poderíamos esperar pela vacina com mais tranquilidade”.

Leia no link: http://cfq.org.br/noticia/pesquisadores-desenvolvem-tecido-capaz-de-eliminar-o-novo-coronavirus/

MAIS PROVAS QUE NANOPARTÍCULA DE PRATA BARRA O CORONA

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VAI CONTINUAR TEIMANDO QUE A PRATA NÃO BARRA VÍRUS?
Ai mostra que em 2 minutos o vírus foi eliminado
“Solução da paulista Nanox conseguiu eliminar 99,9% da quantidade do vírus após apenas DOIS MINUTOS de contato; tecnologia deve ser usada na fabricação de máscaras de proteção e roupas hospitalares.
Mais uma empresa brasileira se destaca na corrida por soluções para combater o novo coronavírus. Apoiada pelo Programa Fapesp Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), a paulista Nanox, pioneira em nanotecnologia, desenvolveu um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o Sars-Cov-2.”

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Continue lendo no link abaixo….
https://amp.olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/tecido-com-microparticulas-de-prata-pode-eliminar-o-coronavirus-por-contato/102246#aoh=15967536471701&referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp_tf=Fonte%3A%20%251%24s

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UNICAMP COMPROVA QUE SPRAY DE PRATA COLOIDAL ELIMINA O COVID DAS SUPERFÍCIES

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Comprovado

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), dos Institutos de Química, Biologia e Física, desenvolveu a formulação de um spray de nanopartículas de prata que pode contribuir na contenção da disseminação do SARs-CoV-2, causador da Covid-19. A ideia inicial é propor o uso do produto como agente sanitizante para superfícies de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) hospitalares, permitindo o reuso de alguns materiais. Ainda em andamento, a pesquisa já apresenta nos testes laboratoriais resultados promissores na atividade virustática (que inibe a replicação do vírus), com boas perspectivas de se tornar mais um método de proteção e ação desinfetante.
De acordo com a pesquisadora e professora de Química da Unicamp Ljubica Tassic, as nanopartículas de prata são agentes antimicrobianos com potencial antibactericida. Há estudos que comprovam que as partículas também agem contra outros tipos de vírus, como HIV, HBV (causador da hepatite B) e influenza. “Já tínhamos indícios de que poderia dar certo”, diz Ljubica, que há mais de 20 anos saiu da Sérvia para o Brasil para fazer pós-doutorado na Unicamp.
Artigo original: https://iqm.unicamp.br/mais-uma-arma-contra-covid-19

USO EM MÁSCARAS E HIGIENE

Use nas mãos e leve seu spray para usar em objetos, carrinhos de mercado, ônibus, no seu celular, etc.

Higienize suas compras, seu carro, e o ambiente de trabalho. é comprovado por estudos a eficácia da prata.

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CONFIRMADO EM PESQUISA A EFICIÊNCIA DA PRATA COLOIDAL EM MÁSCARAS

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Você ainda dúvida? Tenha certeza agora da eficiência da prata,pois os vírus serão isolados e não infectarão as bactérias que saem da sua boca para a máscara proliferando e atacando você
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Artigo Original: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0042207X18308819
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TEXTO
Resposta antimicrobiana aprimorada da máscara facial comercial usando nanopartículas de prata coloidais
luzes•Preparação de solução coloidal Ag nano 10.000 ppm com tampa de amido.
•A máscara facial tratada com solução nano coloidal Ag mostrou-se eficaz contra as bactérias Staphylococcus aureus e Escherichia coli .
•A máscara facial tratada mostrou um aumento de três vezes na inibição bacteriana em comparação com a máscara facial não tratada.
ResumoO presente artigo destaca que foi discutida a melhoria da qualidade da máscara facial comercialmente disponível com revestimento de nanopartículas (NPs) para proteção contra agentes infecciosos. Para esse fim, preparamos primeiro uma solução estoque de Ag (nano) coloidal com concentração de 10.000 ppm por abordagem sintética fácil e econômica, usando reagente biodegradável e amigo do homem como agente de captação à temperatura ambiente. A máscara facial comercial foi então tratada com solução de prata coloidal (Ag) com duas concentrações diferentes viz. 50 ppm e 100 ppm. A caracterização da fibra da máscara facial tratada foi realizada antes do teste da atividade antimicrobiana para Gram positivo ( Staphylococcus aureus ) e Gram negativo ( Escherichiacoli ) bactérias. Os resultados mostraram que a fibra da máscara facial tratada com solução coloidal de 100 ppm de Ag apresenta maior atividade antibacteriana contra as bactérias Escherichia coli ( E. coli ). O espectro UV-Visível confirmou a formação de nanopartículas de Ag em solução coloidal suportada por fotoluminescência (PL), espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier (FTIR) e Raman , análise de difração de raios-X (DRX), microscopia eletrônica de varredura de emissão de campo (FESEM), energia análise dispersiva Raio-X (EDAX) e análise de tamanho de partícula (PSA).
Proteja-se!
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QUERO PRATA PRA AUMENTAR A IMUNIDADE!

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Fico para morrer quando ouço essa frase, pois isso envolve muitos fatores.

O primeiro, definir imunidade:

“Imunidade é o conjunto de células, tecidos, órgãos, caracterizados pelo reconhecimento, e ação defensiva de eliminação contra substâncias ou moléculas infecciosas ou não, e agentes patogênicos capazes de entrarem no organismo através de enxerto, infecção ou reinfecção, e causar enfermidades.”

Se são células (leucócitos), tecidos e órgãos (timo, sangue, ossos, etc) que atuam na defesa, observe que para que eles funcionem com eficiência é preciso um equilíbrio mineral, vitamínico, hormonal e emocional em seu organismo, para que estejam com suas funções estáveis, certo?

A prata coloidal é um único mineral, símbolo atômico Ag derivado de seu nome no latim Argentum, possui número atômico 47 e número de massa 107,86 u.a. Quando coloidal, refere-se à prata metálica sem perda de íon com uma carga elétrica x positiva. Esse pedacinho de prata inteiro ou partícula inteira tem um tamanho e esse tamanho com x carga elétrica é o que atua nas bactérias e fungos e bloqueia os vírus de se reproduzirem, também dissolve a membrana que envolve ovos de vermes e parasitas.

Por si só ela só suplementaria a deficiência de prata e não de outros minerais, vitaminas e nem sanaria distúrbios hormonais e emocionais. Sua imunidade cai, justamente por alguma deficiência ou várias desses elementos em seu organismo ou até, excesso, deixando-o vulnerável.

Diariamente você convive com milhões de patógenos no ar, nos objetos, nas pessoas, até num simples beijo engole muitas bactérias, porém se você se alimenta bem controlando os alimentos menos tóxicos e ácidos, faz exercícios ativando circulação e músculos, controla o stress, seu sistema imune funcionará muito bem e a prata coloidal, partícula metálica, com carga elétrica positiva e sem perda e íon, atuará como um segundo sistema imunológico, como um coadjuvante altamente eficiente.

Uma pessoa com sistema imunológico baixo, estressada, imuno deficiente, se tomar a prata terá um fator complementar para ajudar a se recuperar de enfermidades relacionadas a fungos, bactéria e vírus, enquanto cuida do seu sistema imunológico e isso não significa que não adoecerá atingido por vírus, fungos e bactéria, mas será uma forma branda de sintomas.

Já uma pessoa com sistema imunológico equilibrado, terá mínima chance de aparecer com infecções sérias, fungos e viroses de forma violenta.

Porém todos nós estamos sujeitos à quedas imunológicas súbitas, por stress ou nervoso como muitos dizem, por choque térmico, períodos menstruais, alteração hormonal ou emocional, doenças como câncer, leucemia, aids, entre outras, por alguma alimentação que acidifica demais o sangue, sujeira no sangue de elementos que nem deveriam estar lá, alterações hematológicas, entre outros, dessa forma, está tudo ligado ao emocional e comportamental em grande porcentagem.

Chegaria a dizer que o sistema imunológico vai além de células, tecidos e órgãos, ele se estende a todo um comportamento e maturidade emocional que te dará estabilidade.

Assim, quando dizem para mim, “quero a prata para aumentar a imunidade” ou que algum profissional não bem conhecedor da prata coloidal, diz que aumenta a imunidade  e vai te proteger de qualquer doença, que a prata é um milagre e resolve tudo, sem explicar o que disse acima, é um erro que pode ser fatal, achar que a prata coloidal será o escudo da sua vida e do seu corpo, o super herói do seu Universo pessoal.

Se fosse dessa forma, bastaria tomar qualquer antifúngico e antibiótico como se fosse farinha, pulverizar sua casa com amoxilina e fluconazol que estariam protegidos ou mais doentes porque nem o antibiótico e nem a prata escolhem o que vão eliminar, se não usar a dose correta de qualquer um dos dois, você elimina tudo, os patógenos que te afetam a saúde por desequilíbrio imunológico e os que você precisa para manter sabe o que? O seu sistema imunológico equilibrado.

Entenderam?

Dessa forma, parem de acreditar em qualquer pessoa que fale da prata coloidal verdadeira sem te mostrar respaldo sobre o que está afirmando. Disse me disse não vai te ajudar em nada, por isso temos essa página, o grupo e dois blogs com artigos e dezenas e dezenas de pesquisas sobre a prata coloidal e as demais nano partículas de prata para você aprender, estudar e usar de forma eficiente como qualquer outra coisa na sua vida que você venha a ingerir.

A prata coloidal é um coadjuvante na proteção, um excelente antibactericida, um ótimo antifúngico e um controlador de reprodução de vírus eficiente, um destruidor de ovos de vermes e parasitas, mas só funcionará com máxima eficiência num aparelho, seu corpo no caso, se você cuidar dele com suplementos, controle de stress, amor e alegria, muito bem.

Observe que quando você fica doente e vai para um hospital, eles cuidam de te dar muita água alcalina e uma alimentação adequada, se você for estressado  toma algo para desestressar, concorda? Veja, remédio para curar (equivalente a prata), alimento (para suprir as necessidades e melhorar seu sistema imunológico), água (para hidratar) e cuidados contra stress.  Ai na sua vida é a mesma coisa. Entendido?

Assim, leia bastante, aprenda a usar, pergunte e terá o mais poderoso elemento da natureza a seu favor, sem te causar problema algum, para seu corpo e para a higiene e limpeza da sua casa, área de trabalho e até academia.

Prata coloidal exige uso responsável, doses corretas e muita consciência.

Espero ter ajudado e que os profissionais entrem mais a fundo no assunto orientando as pessoas para que façam a coisa certa. Chega de mentiras e informações enganosas.

Naturals Brazil

Imagem de  https://www.mittelhessen.de/lokales/marburg-biedenkopf/biedenkopf/corona-massnahmen-wirken-auch-gegen-influenza-welle_21597006

EMBALAGENS E A PRATA COLOIDAL SEM ENROLAÇÃO – SÉRIE PRATA COLOIDAL SEM MENTIRAS I

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VAMOS APRENDER UM POUCO?______________________________________________________________________________
QUAIS EMBALAGENS SÃO ADEQUADAS PARA ARMAZENAR A PRATA COLOIDAL?

Embalagens limpas, esterilizadas de Pet cosmético, Pet farmacêutico ou Vidro.
Se a sua prata for Prata coloidal verdadeira, carga positiva, partículas metálicas sem perda de íon, pode ficar em embalagem transparente fechada para não oxidar com o oxigênio do ar.
Se sua prata for iônica (carga negativa com perda de íon) ou mista com prata coloidal (carga positiva sem perda de íons), deve ficar em frasco âmbar para não reagir com os raios UV e fechado para não reagir com o oxigênio do ar, provocando oxidação das partículas e decantação do produto pela perda da eletricidade.
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EMBALAGEM DE VIDRO
Excelente, porém sobre um processo chamado adsorção em vidro com o passar do tempo, onde as partículas de prata se prendem ao vidro ou são adsorvidas por ele devido a pressão, temperatura ph entre outros. Você pode encontrar estudos sobre adsorção em vidro e outros elementos no google, assim, a embalagem de vidro é ideal para usar a prata mais rapidamente. Muitos perguntam por que as partículas caem na embalagem de vidro.
O motivo pode ser esse. No link um estudo sobre adsorção em vidro para você entender: https://inis.iaea.org/collection/NCLCollectionStore/_Public/14/753/14753966.pdf?r=1&r=1
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EMBALAGENS PET FARMACÊUTICO E PET COSMÉTICO
São embalagens adequadas para químicos com resistência a reações químicas e liberação de partículas mediante condições ambientais.
São as embalagens que você encontra nos frascos de xarope e de creme faciais, por exemplo.


O POLIETILENO TEREFTALATO que se divide em PEAD (Polietileno de Alta Densidade), PEBD (Polietileno de Baixa Densidade), PP (Polipropileno) por processo de sopro ou injeção.


Normalmente o de baixa densidade é mais usado devido a sua resistência aos químicos:PEBD: Polietileno de Baixa DensidadeRelacionado: Sustentabilidade passa pelo plástico: o que sua empresa pode fazer?
De acordo com Miguel Medeiros, P&D e Consultoria na Reso Ambiental, esse tipo de polímero apresenta características básicas. “Assim como os outros tipos de polietileno, é um polímero termoplástico, ou seja, pode ser moldado pelo simples aquecimento. Em temperaturas entre 110 e 115°C, o PEBD passa para o estado líquido e pode assumir a forma necessária ou desejada”, conta.


Segundo o especialista, as características desse tipo de polietileno são:
– capacidade em formar películas (filmes) finas, com espessura de até 0,015 mm;- baixa densidade (entre 0,91 e 0,94 g/cm³), ou seja, uma pequena quantidade de PEBD (uma -pequena massa) é suficiente para produzir uma grande película plástica;- excelente resistência à produtos químicos, como ácidos, bases, óleos vegetais, cetonas, aldeídos e ésteres, por exemplo. Ou seja, uma película plástica de PEBD pode conter esses – produtos sem se decompor ou deformar;- boa resistência a impacto;- considerável resistência à tração, podendo sofrer deformação considerável antes do rompimento.


Quer ler mais: https://mundodoplastico.plasticobrasil.com.br/oportunidades/pebd-pead-e-pelbd-caracter-sticas-e-indica-es-de-cada-polietileno

Assim, a embalagem PET adequada garante a qualidade da sua prata coloidal sem emissão de partículas de plástico na águia com prata. Embalagens não adequadas com certeza alterarão a prata coloidal.
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ESTERILIZAÇÃO DE EMBALAGENS PRA PRATA COLOIDAL

Você acha que é só compra a embalagem e colocar a prata coloidal?Não, é preciso lavar e esterilizar para manter a qualidade do seu produto. Não é porque a prata mata fungos e bactérias e controla vírus que pode ser coloca numa embalagem de qualquer jeito, principalmente os conteúdos em gel.
Nós da Naturals Brazil, lavamos e depois esterilizamos as embalagens com a própria prata de 100 ppm mantendo a embalagem de 15 a 30 minutos exposta à prata dentro e fora para garantir a higienização.
O seu vendedor faz isso?
Fique atento! Sua saúde é seu maior bem.

Esperamos que tenha entendido e que seja útil para sua escolha de embalagens.


Naturals Brazil

“Não é só vender, precisa ensinar, pois a verdade é a única coisa que traz a cura.”