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PRATA – Nanomaterial para combater bactérias NA DECORAÇÃO DE AMBIENTES

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http://www.cienciahoje.org.br/…/nanomaterial_pa…/Post_page/6

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MULHER GRÁVIDA NÃO DEVE USAR PRATA COLOIDAL SEM ACOMPANHAMENTO MÉDICO, HÁ POSSIBILIDADE DE DANOS AS CÉLULAS REPRODUTORAS E ATÉ RISCO DE ABORTO CONFORME PESQUISA ABAIXO .

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Usar somente com orientação e acompanhamento médico em casos graves.

O fato de que um efeito anti-bacteriano alta de nano prata é usada em produtos de saúde ou bens domésticos ou de carga pode causar aborto habitual e defeitos fetais na equipe nacional foi identificado pela primeira vez.

professor da Universidade de Konkuk gimjinhoe pesquisadores animais de biotecnologia células reprodutivas e da nano prata grávida anunciou que tem 27 dias para determinar a causa dos efeitos nocivos sobre o feto.

Nano Silver é a esterilização ea capacidade antibacteriana é superior ao amplamente utilizado em máquinas de lavar roupa ou purificadores de ar, bens domésticos, roupas de cama, etc, são frequentemente utilizados no fabrico de alimentos.

▶ nano-prata é prata, o combinado Nano resultando disse. Usando uma prata (Ag) partículas que têm efeitos anti-bacterianos, etc. balde humidificador ou filtro de água pode ser um efeito de impedir o crescimento de bactérias. Para as bactérias, quando aplicado ao filtro de prata nano e baldes fáceis foram encontrados para exercer um efeito bactericida poderosa de remoção de cerca de 650 espécies de bactérias. (Foto Source = dicionário científica também capturou os 101 perguntas perguntas)

Os pesquisadores colocaram os espermatozóides in vitro, a fim de investigar os efeitos sobre as células germinativas foram expostos à ingestão de nano-prata nano-prata.

O esperma eram pobres, etc. Este parece ser sulco oca na cabeça da cauda do espermatozóide se conectar uns com os outros.

Eles injectado o esperma na ovulação oócito, um resultado dos embriões foram modificados reduziu significativamente o número de células a ser formado no feto e da placenta. São susceptíveis de ser implantado no útero após um aborto espontâneo é muito alta, se os investigadores explicado.

Outro foi o resultado de células que produzem esperma e óvulos em camundongos machos e fêmeas administradas a nano-prata é morto na fertilidade granel caiu significativamente.

Professor Kim. “Para aqueles que acordar muito cedo em sua herança grávida explicou tenho que sentir pena simplesmente para atrasar o ciclo menstrual no estado não reconhecer o fato de que um é susceptível de conduzir ao aborto habitual.”

Seguindo “precisa estar alerta o suficiente nós também amplamente o excesso de exposição a nanopartículas de prata usados” “países nanomateriais e nanoprodutos desenvolvidos para receber aprovação pré-comercialização de um produto ou uma tendência a regulamentos que dão uma indicação dever”, disse que estava Sugestões .

Os resultados do estudo foram publicados na edição atual após o outro, como “nano-metoxi Kolo diretrizes e irmã publicação de ‘Relatórios científicos da Nature Publishing Group contado um prestigiosas revistas internacionais no campo da toxicologia.

http://www.medimomnews.com/news/articleView.html?idxno=3867

NANOPARTÍCULAS DE PRATA ANIQUILAM BACTÉRIAS DE FILTROS DE AR

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Aparelhos de filtração de ar instalados em ambientes fechados tem seus filtros dimensionados para filtrar poluentes da atmosfera. No entanto, os famosos filtros de ar podem se tornar um excelente local para reprodução de bactérias nocivas a nossa saúde, onde elas se reproduzem e são dispersas no meio em que vivemos.

Uma maneira muito eficaz para sanar este problema foi publicada por pesquisadores de um instituto Coreano de Ciência e Tecnologia, chefiada pelo Dr. Woo Kyoung-ja, que atuou ao lado de uma equipe de engenharia mecânica da Universidade de Yonsei, liderada pelo professor Huang Jung-ho. Equipe que desenvolveu um novo filtro de ar que é revestido com nanopartículas de prata.

Todo o trabalho foi publicado na revista científica internacional, emitida pela Sociedade Real de Química (RSC) com o título “Prompt and synergistic antibacterial activity of silver nanoparticle-decorated silica hybrid particles on air filtration”.

Os filtros foram revestidos com nanopartículas de prata, e a equipe avaliou a eficácia antibacteriana utilizando dois tipos de bactérias: Escherichia coli e Staphylococcus epidermidis.

http://tnsolution.com.br/…/nanoparticulas-de-prata-aniquil…/

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PRATA PODE SER USADA EM QUALQUER PRODUTO

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As nanopartículas de prata, que podem ser incorporadas a qualquer produto que tenha contato com humanos ou com alimentos para conter a proliferação de fungos e bactérias”, diz Gabriel Nunes, sócio da TNS.

https://economia.terra.com.br/vida-de-empresario/empresa-dribla-crise-com-produto-invisivel,c4e907ecedc07c6aae4f197a322670e2vhpoo2fv.html

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PRATA COMBATE A CÁRIE

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Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisas Estratégicas do Nordeste testam nanopartículas de prata para combater a cárie. São partículas 50 mil vezes menores do que a espessura de um fio de cabelo e que têm ação bactericida.

https://www.noticiasaominuto.com.br/tech/159492/cientistas-testam-nanoparticulas-de-prata-para-combater-a-carie

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Partículas com nanotecnologia que destroem bactérias da superfície de instrumentos odontológicos ou que garantem adesivos mais transparentes e eficientes.

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ODONTOLOGIA

Partículas com nanotecnologia que destroem bactérias da superfície de instrumentos odontológicos ou que garantem adesivos mais transparentes e eficientes.

De tamanho equivalente a 1 milímetro dividido por 1 milhão de vezes, essas partículas, quando incorporadas a materiais como plásticos ou pinceladas em forma de solução ou, ainda, em filmes chamados de coatings aplicados sobre metais, promovem uma série de benefícios para os consumidores. A função mais relevante é em relação à saúde dos usuários por meio da reação que nanopartículas de prata provocam na parede celular das bactérias, eliminan–do-as e evitando possíveis contaminações, além de deixar as superfícies limpas e sem cheiro ruim de forma permanente. São novos materiais ligados ao campo da nanotecnologia, segmento tecnológico interdisciplinar que despontou para o mercado na primeira década deste século. Na realidade, o que muda em relação à prata é sua industrialização em escala nanométrica em nível molecular, porque esse metal é utilizado na medicina, para a cura de feridas, desde a Antiguidade.

Pelo conhecimento anterior, não é de estranhar que a prata tenha sido um dos primeiros componentes do mundo nanotecnológico. Várias empresas no mundo já utilizam essa tecnologia, principalmente para revestimento bactericida de produtos. O mercado de nanorrevestimento e nanoadesivos atingiu a marca em vendas mundiais de US$ 2 bilhões em 2009, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado norte-americana BCC Research. Segundo a consultoria, a previsão para o mercado desse setor nanotecnológico será de US$ 18 bilhões em 2015. Nesse mercado está a empresa brasileira Nanox, de São Carlos, no interior paulista, uma spin-off surgida em 2004 de dois institutos de química, um da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e outro da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara, em dois grupos de pesquisa que trabalham cooperativamente e são integrantes do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP, coordenado pelo professor Elson Longo.

No ano passado, 40% das vendas da Nanox seguiram para o México e Estados Unidos como matéria-prima para ser incorporada a vários tipos de peças plásticas e metálicas da linha premium das geladeiras das marcas General Electric (GE) e Mabe, como dispensadores de água, gavetas e prateleiras que evitam a contaminação cruzada entre alimentos, formação de mau cheiro e bolores. “A tecnologia age contra vários microrganismos como bactérias e fungos”, diz Daniel Minozzi, um dos três sócios da Nanox. O faturamento da empresa atingiu R$ 2,1 milhões em 2010, ante R$ 1,3 milhão em 2009. A tecnologia da Nanox, chamada de NanoxClean, na forma de filmes finos para aplicação em metais, também está desde 2010 em todos os equipamentos odontológicos produzidos pela Dabi Atlante, uma empresa 100% nacional fundada em 1945. “Desenvolvemos com a Nanox a tecnologia que leva o nome de B-Safe em nossos equipamentos”, conta Caetano Biagi, diretor industrial da Dabi. A Nanox licenciou e coordena a produção e aplicação do produto. “São mais de 15 materiais com a nossa tecnologia que possuem ação antimicrobial”, diz Daniel.

O material com nanotecnologia de prata recobre todos os objetos, como a cadeira de dentista, o aparelho conhecido como motorzinho, a luminária e os instrumentos, mangueiras e bandejas. “Decidimos colocar em toda a linha de produtos como forma de dar maior biossegurança para o dentista e os pacientes, evitando contaminações cruzadas”, diz Biagi. Assim, um dentista, ao colocar a mão na boca do paciente e depois pegar o motorzinho ou ajustar a iluminação sobre a cadeira odontológica, não corre o risco de transferir bactérias para o paciente seguinte. Esses equipamentos odontológicos com nanotecnologia já são exportados para Itália, Espanha, Portugal, Polônia, África do Sul, China, Tailândia e todos os países da América Latina. Cerca de 20% do faturamento de R$ 100 milhões da Dabi vem das exportações. “Não conhecemos nenhum tipo de equipamento com essa tecnologia no mundo, mesmo nos Estados Unidos e Europa”, diz Biagi.

Os produtos da Nanox ainda estão nos bebedouros de aço inoxidável e plástico da empresa IBBL, de Itu, no interior paulista, como bactericida, e também nos secadores de cabelo e em chapas de alisamento da Taiff, empresa instalada em São Paulo. Nesses casos, as nanopartículas eliminam microrganismos presentes nos jatos de ar ou nas chapas tornando os cabelos mais limpos, segundo a empresa. O próximo passo da Nanox é o lançamento de um produto com partículas com efeito bactericida para plásticos que servirá para confeccionar embalagens para acondicionar alimentos. “Conseguimos formular essas partículas nanoestruturadas por meio de um projeto do Programa de Subvenção Econômica da Finep [Financiadora de Estudos e Projetos]. Elas podem ser incorporadas em vários tipos de plástico como polipropileno e PET. Esse material passou a constar em uma lista da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para uso em contato com alimentos. Isso foi possível depois de um estudo, e a comprovação da não toxicidade e não migração das partículas em plásticos, feito pelo Ital [Instituto Tecnológico de Alimentos] e Secretaria de Agricultura do estado”, diz Daniel.

http://revistapesquisa.fapesp.br/…/inovacao-em-pequena-esc…/

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